Mudamos a imagem do blog para homenagear este gesto histórico entre uma manifestante e um policial da Policia Militar.

O Judiciário (MPF), as ongs CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e Survival International, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e demais picaretas se uniram para praticarem a picaretagem indigenista. O povo do Vale do Araguaia e os guerreiros do Posto da Mata (Suiá Missu) se uniram para defenderem o Brasil. Um herói, vestido de maneira simples, e desarmado, avança contra vários soldados federais pesadamente armados. Seu heroísmo marcou a ação da picaretagem indigenista: um homem só, trabalhador, enfrentando o maior aparato militar já montado neste país pelos picaretas do judiciário, CIMI, CMI e Survival international. É por este motivo que seu ato é retratado no logo deste site: um homem, só, enfrentando a canalhice indigenista de norte americanos, brasileiros (indigenistas sem carater, vendidos à estratégia das grandes potencias), ingleses, noruegueses, alemâes, canadenses, italianos e etc. Um homem só enfrentando a canalhice deste mundo. Esta é a tônica deste site: um homem só enfrentando o mundo. Esta luta não é para muitos, é para os poucos que não foram contaminados pelo politicamente correto, que não tiveram seus valores relativizados pelo gramscismo que impera em toda a sociedade brasileira.

Você se pergunta porque os povos do mundo estâo em guerra em busca de seus direitos. Povos, raças, grupos de todos os matizes, todos estâo lutando com unhas e dentes por seus direitos. Em 1964 um ministro norte americano, William Branham, chegou a uma conclusâo, na qual o Resistencia Suiá Missu concorda: as cartas em apocalipse (2-3) às Igrejas da Ásia eram proféticas e se referiam a períodos de tempo pelo qual a igreja passaria e segundo o ministro, a ultima carta, a de Laodicéia, representaria esta era moderna na qual vivemos. Até o nome se encaixa na luta dos povos por direitos: Laodicéia - Direito dos Povos. Quando vocês veem o povo nas ruas, manifestando-se, lembre-se - estamos vivendo a ultima era da igreja: Era de Laodiceia, que significa a Era dos Direitos dos Povos

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Mais uma dos picaretas da Funai, CMI, CIMI e Survival International



Mais uma dos picaretas da Funai e seus aliados

"A Justiça Federal de Ilhéus mandou reintegrar quatro propriedades que haviam sido invadidas por supostos índios A primeira delas, invadida pela 3ª vez em julho deste ano, foi encontrada com a sede destruída. Tudo roubado. Num gesto insensato, um coordenador da Funai sugeriu ao proprietário que se cadastrasse como índio, a exemplo da sua vizinha Isabel que se cadastrou. Assim se pode aumentar a área indígena sem conflitos.

Os agentes cumpriram mais dois mandados. Ao Chegar noutra fazenda (Grupo Chaves), os “índios” invasores correram. Entre os evadidos, foi reconhecido o “Cacique” Cleildo, um ex-sem terra, assentado do INCRA, que do nada virou índio e passou a ser cacique, infernizando aquela região.
.
Que Deus proteja a todos nós"
(Gelio Fregapani)

Mais informações no Link


Conselho Mundial de Igrejas e sua atuação em prol do paganismo indigena

O Conselho Mundial de Igrejas é a principal organização aliada dos picaretas do indigenismo (CIMI e Survival International). Não existiria violencia e picaretagens no Brasil se não fosse o apoio desta importante organização ecumênica européia. Tudo que é violencia no campo tem o "dedo" desta organização. Em Raposa Serra do Sol (Roraima) e Suiá Missu (Vale do Araguaia, Mato Grosso) milhares de familias foram brutalmente agredidas pelas forças federais apenas para agradar aos picaretas do indigenismo internacional, principalmente ao CMI.

O fato desta organização ser supostamente cristâ mas apoiar todo tipo de violencia contra brasileiros se deve ao fato das igrejas que a compoem serem as mais corruptas denominaçôes da face da terra. São igrejas que apodreceram moralmente com o passar do tempo e agora manifestam esta mesma podridão moral na forma de violencia contra o povo trabalhador do Brasil.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Raposa Serra do Sol – Os miseráveis que o STF criou com a antropologia poética de Ayres Britto. Não foi falta de aviso!




Poesia de Ayres Britto empurrou o índio mucuxi Adalto da Silva para um lixão; sem emprego, teve de deixar a reserva

Por Reinaldo Azevedo 
Caros, o fato de a gente antever um desastre e ter a certeza de que ele vai acontecer não nos impede de ficar um tanto surpresos quando ele realmente acontece. É assim com a reserva Raposa Serra do Sol. Lembram-se dela?

A mesma quase unanimidade estúpida que se vê na imprensa agora contra o relatório correto e decente de Aldo Rebelo (PC do B) para o novo Código Florestal se via em março de 2009 em relação à demarcação contínua da reserva e à expulsão dos arrozeiros. Assim como jornalistas que nunca viram um pé de feijão estão convictos hoje de que é preciso reflorestar as margens de rios que abrigam agricultura há 200 anos, estavam então convictos de que os agricultores tinham de sair da dita reserva indígena. Eram as mesmas ONGs, os mesmos terroristas midiáticos, os mesmos vagabundos. Mais de mil ONGs atuam na Amazônia. MIL!!!
A propósito: Aldo Rebelo opôs-se também à saída dos arrozeiros. Mas foi o que quis o ministro Ayres Britto, que contou com o apoio da maioria do Supremo. Seu relatório exaltando a harmonia entre o índio e a terra é um primor da antropologia… poética (íntegra aqui). Eu o ridicularizei duramente aqui, chamando a atenção dos senhores ministros para o fato de que aqueles índios já eram aculturados. Sem a economia capitalista que já havia se instalado lá, a miséria seria certa. Foi inútil. Ayres Britto tinha um modelo de índio na cabeça e o impôs legalmente.  Não custa lembrar que os agricultores ocupavam MENOS DE 1% DA RESERVA, mas empregavam farta mão-de-obra indígena.
Hoje, 13% do território nacional é composto de reservas indígenas, onde vivem 750 mil índios. De novo: 13% do território abriga 0,41% da população!!! Fossem eles autônomos, numa economia auto-sustentável, vá lá… Mas não! Dependem da Funai — além de se dedicar ao desmatamento e ao garimpo ilegais. Mas volto à Raposa Serra do Sol. A Fundação Ford, que financiava um grupo de índios que queria a expulsão dos brancos, ganhou.
Os arquivos estão aí. O desastre parecia certo. Eu o anunciei aqui. Mas boa parte dos meus coleguinhas queria os arrozeiros capitalistas fora do éden dos aborígenes, como dizia Ayres Britto. Pois é. Leonardo Coutinho, de VEJA, voltou à região dois anos depois. A impressionante reportagem está na revista desta semana. Reproduzo alguns trechos. Volto depois:
*
Quatro novas favelas brotaram na periferia de Boa Vista, nos últimos dois anos. O surgimento de Monte das Oliveiras, Santa Helena, São Germano e Brigadeiro coincide com a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol. Nesse território de extensão contínua que abarca 7,5% de Roraima, viviam 340 famílias de brancos e mestiços. Em sua maioria, eram constituídas por arrozeiros, pecuaristas e pequenos comerciantes, que respondiam por 6% da economia do estado. Alguns possuíam títulos de terra emitidos havia mais de 100 anos pelo governo federal, de quem tinham comprado suas propriedades. Empregavam índios e compravam as mercadorias produzidas em suas aldeias, como mandioca, frutas, galinhas e porcos. Em 2009, todos foram expulsos. O governo federal prometeu indenizá-los de maneira justa. No momento de calcular as compensações, alegou que eles haviam ocupado ilegalmente terra indígena. Por isso, encampou as propriedades e pagou apenas o valor das edificações. Os novos sem-terra iniciaram o êxodo em direção à capital. As indenizações foram suficientes apenas para que os ex-fazendeiros se estabelecessem em Boa Vista. VEJA ouviu quarenta deles. Suas reparações variaram de 50.000 a 230.000 reais – isso não daria para comprar nem um bom apartamento de três quartos nas principais cidades do país. Imagine uma outra fazenda.
Poesia de Ayres Britto, com apoio de maioria do Supremo, tornou deserto um campo de arroz. Resultado dos versos: fome, miséria e migração
Poesia de Ayres Britto, com apoio de maioria do Supremo, tornou deserto um campo de arroz. Resultado dos versos: fome, miséria e migração
Em seguida, foi a vez de os índios migrarem para a capital de Roraima. Os historiadores acreditam que eles estavam em contato com os brancos havia três séculos. Perderam sua fonte de renda, proveniente de empregos e comércio, depois que os fazendeiros foram expulsos. A situação piorou com a ruína das estradas e pontes, até então conservadas pelos agricultores. “Acabou quase tudo. No próximo inverno, ficaremos totalmente isolados”, diz o cacique macuxi Nicodemos Andrade Ramos, de 28 anos. Um milhar de índios se instalou nas novas favelas de Boa Vista. “Está impossível sustentar uma família na reserva. Meus parentes que ficaram lá estão abandonados e passam por necessidades que jamais imaginaríamos”, afirma o também macuxi Avelino Pereira, de 48 anos. Cacique de sete aldeias, ele preferiu trocar uma espaçosa casa de alvenaria na reserva por um barraco de tábuas na favela Santa Helena. O líder indígena diz que foi para Boa Vista para evitar que sua família perdesse o acesso a escolas, ao sistema de saúde e, sobretudo, ao mercado de trabalho.
Com o passar do tempo, a situação dos índios tem piorado. Recentemente, algumas das famílias desaldeadas começaram a erguer barracos no aterro sanitário de Boa Vista. Uma delas é a do macuxi Adalto da Silva, de 31 anos, que chegou à capital há apenas um mês. Ele fala mal português, mas nunca pensou em viver da mesma forma que seus antepassados. Mesmo porque a caça e a pesca são escassas na Raposa Serra do Sol já faz tempo. Até 2009, ele recebia um salário mínimo para trabalhar como peão de gado. Está desempregado desde então. Como os índios não têm dinheiro, tecnologia ou assistência técnica para cultivar as lavouras, os campos onde o peão trabalhava foram abandonados. Silva preferiu construir uma maloca sobre uma montanha de lixo a viver na aldeia. Agora, ganha 10 reais por dia coletando latinhas de alumínio, 40% menos do que recebia para tocar boiada. Ainda assim, considera sua vida no lixão menos miserável do que na reserva. Ele é vizinho do casal uapixana Roberto da Silva, de 79 anos, e Maria Luciano da Silva, de 60, que também cata latas e comida no aterro. “O lixo virou a única forma de subsistência de muita gente que morava na Raposa Serra do Sol”, diz o macuxi Sílvio Silva, presidente da Sociedade de Defesa dos índios Unidos do Norte de Roraima.
Brancos e mestiços expulsos da reserva também foram jogados na pobreza. O pecuarista Wilson Alves Bezerra, de 69 anos, tinha uma fazenda de 50 quilômetros quadrados na qual criava 1.300 cabeças de gado. Um avaliador privado estimou em 350.000 reais o valor das edificações da propriedade. A Fundação Nacional do índio (Funai) deu-lhe 72.000 reais por essas benfeitorias e nada pela terra. Seu rebanho definhou. Restam-lhe cinqüenta reses em um pasto alugado. Falido, ele sobrevive vendendo churrasquinho no centro de Boa Vista.
Poesia de Ayres Britto transformou o próspero fazendeiro Wilson Bezerra em vendedor de churrasquinho de rua; os índios que ele empregava viraram favelados. Mas a Fundação Ford, as mil ONGs e parte da imprensa foram atendidas
Poesia de Ayres Britto transformou o próspero fazendeiro Wilson Bezerra em vendedor de churrasquinho; os índios que ele empregava viraram favelados. Mas a Fundação Ford, as mil ONGs e parte da imprensa foram atendidas

Voltei
 
Lendo a reportagem na revista, você ficará sabendo que parte das famílias de Raposa Serra do Sol foi assentada numa região chamada Serra da Lua, perto dali. Não por muito tempo se depender dos xiitas do Ministério do Meio Ambiente — aqueles humanistas de Marina, vocês sabem. Eles querem desalojar as pessoas de lá para criar mais uma reserva ambiental.

Não tem jeito. A única saída para o homem do campo no Brasil é lutar pelo direito de ser considerado bicho. Aí, quem sabe, ele terá a proteção do Ibama e do Meio Ambiente.
Os novos favelados de Roraima são uma criação das ONGs, da Fundação Ford, da Funai, do Ibama, do Ministério do Meio Ambiente, da esmagadora maioria da imprensa — os mesmos conjurados agora contra o Código Florestal — e, obviamente, do STF. Os versos que poetizam essa miséria são de Ayres Britto. Ele exaltou tanto os índios ideais. O chato é que eles eram reais.

UMA VERGONHA NACIONAL




Fonte: BBnews

A Globo noticiou;
"Aos poucos, a comunidade de Posto da Mata, no nordeste de Mato Grosso, desaparece. De algumas casas só sobraram as paredes, em outras construções restou apenas o alicerce". Uma mulher desabafou, “Acabou todo o sonho da gente”.

Enquanto isso acontece no interior de Mato Grosso, em Brasilia José Genoíno (PT-SP) . Réu condenado no processo do mensalão, assumiu o mandato de Deputado Federal.

Duas situações envolvendo o Judiciário Brasileiro, a primeira o cumprimento de uma decisão judicial onde Idosos, Crianças, gravidas e deficientes são brutalmente arrancados de suas residencias e jogados as margens da rodovia BR 158. O Ministério da Educação trabalha fortemente para diminuir o analfabetismo no Brasil enquanto no nordeste de Mato Grosso mais de 700 crianças não sabem onde vão estudar, tudo para cumprir uma decisão do Supremo Federal.

Outra situação envolvendo o Supremo Tribunal e nos assusta é um réu condenado a ser preso  assumiu uma cadeira na Camará Federal. Dois pesos Duas Medidas, fica claro que a Judiciário Brasileiro é parcial, sempre admirei e confiei em nossa justiça, mas o que eu vejo me envergonha, enquanto produtores, trabalhadores rurais, comerciantes, idosos, crianças e deficientes são brutalmentes arrancados de suas residencias ou de suas atividades um politico corrupto condenado a prisão assume uma cadeira na Camara Federal adquirindo a tão injusta imunidade parlamentar. Chegamos ao fundo do poço e me lembro da celebre frase do Grande Rui Barbosa "chegará um tempo em que o homem terá vergonha de ser honesto".

Que Deus conforte o povo do Posto da Mata e nos livra da Justiça Brasileira.

Texto Dimas Melo

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

De desintrusão



Fonte: BBnewsPaís de contradições.

Assim é o Brasil que empossa na Câmara dos Deputados um indivíduo condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 6 anos e 11 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha no escândalo do Mensalão. Esse sujeito é o ex-guerrilheiro José Genoíno (PT/SP), que chega ao plenário com a renúncia de um parlamentar.

Assim é o Brasil que estabeleceu esta sexta-feira como limite para que os brasileiros que vivem mansa, ordeira e pacificamente na antiga Fazenda do Papa – agora denominada terra indígena Marãiwatsede – deixem suas casas, lavouras e seu ambiente social, sob pena de serem retirados na ponta das baionetas.

Mato Grosso vive hoje um dia de dor, vergonha, indignação, tristeza, luto e desencanto com o Estado Brasileiro e a classe política mato-grossense.

Dor solidária com os brasileiros expulsos de uma área que pertencia a uma empresa laranja do Vaticano, que a “doou” aos xavantes com se essa decisão unilateral não tivesse implicações sociais no Brasil.

Vergonha por cumprirmos uma lei elaborada, fiscalizada e aplicada por insensíveis cidadãos aqui nascidos.

Indignação pela crueldade ao botar no olho da rua bebês, crianças, idosos, gestantes, mães amamentando, portadores de necessidades especiais, jovens e mulheres e homens na plenitude da vida.

Tristeza pelo que ora acontece aos brasileiros residentes na zona urbana de Estrela do Araguaia e na área rural da antiga da Fazenda do Papa, agora transformados em reserva dos xavantes. Tristeza também pelo que acontecerá amanhã em várias outras regiões mato-grossenses, porque Marãiwatsede é apenas a primeira peça derrubada do dominó que planeja o esfacelamento territorial brasileiro.

Luto pela omissão do governo de Mato Grosso, da bancada federal mato-grossense, da Assembleia Legislativa, da Associação Mato-grossense dos Municípios, das igrejas católicas e evangélicas, da União das Câmaras Municipais, da Federação da Agricultura e Pecuária (Famato) e de tantas outras instituições públicas ou não, que não souberam, não quiseram ou não tiveram coragem para levantar a bandeira do enfrentamento montando barricadas cívicas e exercendo pressão política pela manutenção do status quo na antiga Fazenda do Papa.

Desencanto com o Estado Brasileiro e os políticos mato-grossenses porque eles se completam e desse incesto nascem as decisões hitlerianas iguais a essa que sangra Mato Grosso.

Fazenda do Papa, Fazenda Suiá Missú ou Marãiwatsede. Não importa o nome que se dê àquela região, que breve poderá se transformar numa das partes da grande confederação multiétnica indígena que as potências internacionais planejam criar no coração do Brasil, conforme preceitua a Carta das Nações da ONU, da qual o governo brasileiro (por ordem) de Luiz Inácio Lula da Silva é signatário.

Hoje é a Fazenda do Papa. Jarudore será a próxima vítima – provavelmente ainda neste ano. Enquanto isso as atenções de Mato Grosso estão voltadas ao noticiário que fala com destaque sobre a eleição de João Emanuel (PSD) para presidir a Câmara de Cuiabá, da briguinha por holofotes entre o senador Pedro Taques (PDT) e o deputado Valtenir Pereira (PSB) e outras futilidades.

Os atingidos com a criação de Marãiwatsede na antiga Fazenda do Papa e os demais cidadãos do Vale do Araguaia são vítimas tanto do Estado Brasileiro quanto dos políticos mato-grossense. Quando nada essa gente precisa  lutar pela desintrusão de Mato Grosso em sua região.

Eduardo Gomes de Andrade - Editor da revista e site MTaqui

Mato Grosso sob a mira dos vagabundos do Judiciário e Funai

O Título é meu

MATO GROSSO SOB INTERVENÇÃO FEDERAL O ESTADO É HUMILHADO 
Kalixto Guimarães/Correspondente do Araguaia 

 Enquanto o País vive a ressaca dos festejos de final do ano e Brasília curte o recesso com o Congresso Nacional , STF e demais poderes em férias, o governo terrorista dos petralhas sob o comando da ex-guerrilheira Dilma Vanna Rousseff invadem Mato Grosso, colocando o Estado sob uma brutal intervenção. O envio da força-tarefa composta pelas tropas do Exército Brasileiro, Força Nacional, Policia Federal, Policia Rodoviária Federal, mais um monte de órgãos federais, para uma silenciosa operação de guerra objetivando despejar na marra produtores e moradores da Suiá-Missú e demolir uma cidade inteira, humilha Mato Grosso e fere o Pacto Federativo.

Construída com sangue, suor e lagrimas, Estrela do Araguaia, distrito pertencente aos respectivos municípios de Alto Boa Vista e São Félix do Araguaia, situa-se estrategicamente no cruzamento de duas importantes rodovias federais (Brs-242 e 158). Traçadas ainda nos governos de Getulio e JK, cortam o Brasil de norte a sul e de leste a oeste, constituindo no mais importante corredor de desenvolvimento e de logística do País, alem de atravessar a maior fronteira agropecuária brasileira e do mundo.

Atual palco de um conflito provocado pela criação da fictícia terra indígena xavante denominada de “maraiwatsédé,” uma invencionice da FUNAI, avalizada pelo MPF e pela cúpula governamental petista, Estrela do Araguaia, deve ser bombardeada e varrida do mapa. Soldados do 58° Batalhão de Infantaria Motorizada do Araguaia, mais dezenas de veículos pesados sob o comando do 9° Batalhão de Engenharia e Construções ( 9° BEC), juntos com a policia repressiva da Força Nacional estão apostos e prontos para executarem o tiro de misericórdia na guerra contra os produtores da Suiá-Missu . O desfecho final da insidiosa e desumana batalha travada pelas forças governamentais contra os produtores e moradores de Estrela do Araguaia é dramático e assemelha-se aos piores estado de exceção que os regimes ditatoriais impõem para reprimir a população.

A truculenta operação de “desintrusão” da Suiá-Missú, esta sendo feita a base da pressão psicológica por meio da exibição e do uso das forças militares, da invasão domiciliar, da agressão e supressão da liberdades de imprensa e da livre manifestação, e ainda, do pleno direito de defesa. É um laboratório experimental que serve como teste das futuras e muitas “desintrusões” programadas para acontecer em Mato Grosso e pelo Brasil adentro. A intervenção Federal feita pelo governo petista no Estado de Mato Grosso é arbitrária e imoral sob todos os pontos de vista.

 Juridicamente, Mato Grosso é acusado de emitir títulos de propriedades de terras da União. Institucionalmente, as autoridades mato-grossense; bancada federal de deputados e senadores, Assembléia Legislativa, Casa civil, Advocacia do Estado e o próprio governador do Estado, não foram ouvidos em suas explicações e propostas para evitar tal infortúnio . O Estado inteiro foi desrespeitado. A história de colonização e os esforços dos cidadãos que migraram para Mato Grosso e região da outrora Amazônia Legal, atendendo o chamado nacionalista de construção e integração do País, esta sendo jogada na lata de lixo. O governo petista controlados pela turma do anel de tucum, sedento de vinganças ideológicas e ressentimentos das surras que levaram na guerrilha do Araguaia, agora, dão o seu troco cutucando no traseiro dos produtores e do povo da Suiá-Missu, o espinho afiado e dolorido do tucum.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Supremo Tribunal Federal é racista

Instituição jurídica respeitada até patrocinar limpeza étnica em Raposa Serra do Sol, no norte do país, o STF vem se tornando uma das instituiçôes mais racistas do país. Para estes magistrados, "Homem bom" é só indio, trabalhador e produtor rural é bandido. E tal não ficou somente em tese, mas os critérios racistas do STF se efetivaram em Raposa Serra do Sol e Suiá Missu (Vale do Araguaia), quando os magistrados, juntamente com o governo federal agrediram os trabalhadores e produtores destas regiôes.

Em pleno seculo 21 vemos instituiçôes republicanas patrocinarem limpeza étnica em território brasileiro. Tudo para a gradar aos picaretas do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), Survival International e ONU. Enquanto agradam estrangeiros picaretas, brasileiro é tratado à bala e porrete. Não bastava o executivo e o legislativo serem corruptos, os magistrados da Suprema Corte também não querem ficar pra trás.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Bispos do CIMI e CPT precisam de mulher urgentemente

Assim como os bispos da Universal do Reino do Edir Macedo precisam de carater, para deixarem de roubar seus fiéis, os bispos do CPT (Comissão Pastoral da Terra), CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e CNBB precisam de mulher, para ver se diminui um pouco suas inclinaçôes para o banditismo agrário e indigenista.

Enquanto os bispos da Universal roubam até o ultimo centavo dos pobres coitados que caem em seu conto milagroso, os bispos das referidas organizaçôes, por falta do que fazer nas horas vagas, incentivam todo tipo de banditismo e picaretagens no país. O CIMI incentiva tem decadas uma limpeza etnica sem igual nas areas consideradas pelos picaretas da Funai como indigenas. Raposa Serra do Sol e Suiá Missú são emblemáticas, nesta história de violencia étnica contra o povo brasileiro e contra os trabalhadores e produtores rurais. Já o CPT e seus bispos comandam por todo país invasôes de propriedades alheias ao arrepeio do credo cristão de que "não roubarás o próximo". A CNBB e seus bispos que leem Marx mas esquecem de ler a bíblia apoiam toda esta "Babel" confusa de ideologia comunista misturada com pouquíssima religiosidade.

Resumindo: arranjar mulheres e casar estes bispos picaretas do CIMI, CPT e CNBB resolveria metade do problema do Brasil. Imagine a quantidade de bandidos que deixariam o banditismo se os bispos destas organizaçôes arranjassem ocupação sexual com mulher ao contrário de apoiar todo tipo de bandidagem pelo país? Evitaria-se os estupros de crianças (de preferencia menininhos) e o banditismo do MST e da Funai, comandadas por estas organizaçôes pseudo-religiosas.

Já quanto aos bispos da Universal do Edir Macedo não tenho solução a apresentar. Na verdade, quando se chega ao estado de falsidade e roubalheira que chegou os bipos da Universal significa que os tais não tem mais salvação. Crise de carater desta magnitude só Deus para resolver. Os bispos comunistas das organizaçôes CIMI, CPT e CNBB se tivessem atividade sexual saudável com mulher (ao contrário dos menininhos) resolveria metade do banditismo apoiado por estas organizaçôes. Fica a dica.: obrigar estes bispos desocupados a se ocupar com mulher.

Dois artigos provam que judiciário brasileiro é coisa de bandido

Justiça no Brasil é coisa de bandido: bandido anda à solta e trabalhaodres recebem pancada da justiça. Leia as duas noticias à seguir e entenda porque não se deve confiar no judiciario brasileiro.     

 Primeira noticia:

Bicheiro Carlinhos Cachoeira se casa com Andressa (Ed Ferreira/AE)
O bicheiro Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, casou-se na noite de sexta-feira (2812) com Andressa Mendonça. O casal optou por uma cerimônia íntima, no condomínio de luxo onde moram, em Goiânia.

Libertado no último dia 11, Cachoeira cumpriu a promessa de se casar com Andressa assim que deixasse a cadeia. Ele foi condenado a mais de 39 anos de prisão por crimes como corrupção ativa e formação de quadrilha. Andressa acabou se envolvendo nos negócios do bicheiro. Ela chegou a pagar fiança de R$ 100 mil após ser acusada pelo juiz federal Alderico da Rocha Santos de tentar chantageá-lo em troca da liberdade de Cachoeira.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2012/12/29/interna_politica,341565/bicheiro-carlinhos-cachoeira-se-casa-com-andressa.shtml




Segunda noticia:

Primeira ordem de despejo é concluída em Suiá Missú e morador monta barraca à beira de rodovia


Escrito por Lucas Bólico e Renê Dióz - enviados especiais a Estrela do Araguaia (Posto da Mata) / Olhar Direto

Foto: José Medeiros / Olhar Direto
Primeira ordem de despejo é concluída em Suiá Missú e morador monta barraca à beira de rodovia
Neste momento Edilson Barbosa de Souza, 46, está alojado sob uma lona à beira da rodovia federal BR 080, num ponto a nordeste no território mato-grossense. Tem chovido forte nos últimos dias. Edilson foi o primeiro morador da área indígena Marãiwatsédé efetivamente despejado em operação comandada pela Força Nacional e Polícia Federal. Sem rumo, o famoso ‘Bigode’, como é conhecido entre os caminhoneiros, juntou tudo o que pôde e atravessou a rodovia, limite do território xavante, para se instalar ao lado de uma árvore.

Esta foi a terceira derrota consecutiva de Bigode em poucos meses. Ele teve a casa completamente incendiada acidentalmente, a caminhonete tombada e agora entra em desespero com a perda de sua terra de apenas um hectare. “Eu não era homem pra viver desse jeito. Eu tinha as coisas que acabou tudo. Eu acho que eu vou é morrer. Não aguento mais essa dor na cabeça, não durmo mais. Vou pegar um litro de pinga e vou beber até morrer. Eu nunca chorei uma pena dessa”.

Para desocupar seu único hectare, Bigode ganhou um prazo de 24h do oficial de justiça responsável por cumprir o despejo junto aos policiais. “Eles falaram que, se eu não saísse, iam me prender”, lembra. “Tenho 24 horas pra tirar minhas coisas e eu vou pra donde? Minhas coisas estão todas ali, eu vou ficar aqui mesmo moço [do outro lado da BR]”, completa já em sua nova moradia. Ele abriu uma clareira na mata, à margem da rodovia e montou seu barraco.]
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  Foto: José Medeiros / Olhar Direto


Antes do incêndio e do despejo, Bigode era comerciante. Possuía um restaurante que servia viajantes na abandonada 080, estrada cujo único destaque é o grande número de buracos. “Olha onde a Dilma [Rousseff] tá me pondo, cês tá vendo? Eu vou viver aqui até quando? Eu não tenho condições de arrumar outro lugar pra ficar”, lamenta.

A maior revolta do comerciante durante a abordagem da polícia e dos oficiais de justiça foi o fato de terem desconfiado que ele fosse traficante de drogas e de, segundo seu relato, terem-no chamado de bandido.

A mesma proporção do desespero e tristeza que se enxerga em Bigode é vista em forma de revolta nos olhos de sua vizinha, Maria Conceição Sales Cassiano, 32 anos, que além de despejada teve sua casa revistada pelos policiais em busca de armas.


  Foto: José Medeiros / Olhar Direto

“Eles olharam banheiro, olharam quarto, olharam tudo e perguntaram por que eu não tirei minhas coisas ainda da fazenda e eu disse ‘como é que eu vou tirar minhas coisas da fazenda’”?, narra. A resposta, pelo que ela lembra, foi um sonoro ‘se vira’.

Agora, personagens como esses devem ser os primeiros a integrar a lista de despejados de Suiá Missú dentro dos parâmetros para entrarem no programa da reforma agrária, mas a péssima fama do Incra não leva nenhum dos dois a crer que haverá algum dia compensação em forma de terra por tudo que têm passado.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Jornalista denuncia: Brasil tem o maior escândalo de direitos humanos do mundo

Após produzir documentário ganhador de prêmio na TV, repórter e escritor retorna ao Brasil em defesa da vida dos índios de tribos isoladas.

O jornalista australiano Paul Raffaele presente na audiência pública na Comissão de Direitos Humanos no dia 29 de novembro, na quinta-feira. Ele manifestou repúdio com o que chama de tolerância do governo brasileiro à prática do infanticídio em tribos isoladas.
Paul Raffaele
Por duas semanas o jornalista e escritor premiado esteve no sudoeste da Amazônia gravando documentário para uma TV da Austrália. Conheceu de perto os índios da etnia Suruwahá, uma tribo que a exemplo de outras, também pratica o assassinato de recém-nascidos.
Há 50 anos Raffaele visita tribos isoladas em dezenas de países, mas enfatiza que ainda não havia se deparado com nada parecido com o que encontrou no Brasil. Ele discorda da política da FUNAI – Fundação Nacional de Assistência ao Índio - e do governo brasileiro em manter as tribos indígenas isoladas da civilização. Dessa forma, ele entende que o Brasil concorda e aprova essa, que é uma das piores violações dos direitos humanos do mundo.
Paul também aponta que a FUNAI e governantes negam que exista infanticídio nos dias de hoje; informação que ele contesta com veemência, uma vez que testemunhou esse costume sendo aceito, incentivado e praticado especialmente entre os Suruwahá.
O senador Magno Malta, quem requereu a audiência, apóia o princípio que a cultura é sempre menor que a vida, e que toda defesa à morte é injustificável.
Membros do ministério público, do Conselho Nacional de Justiça e parlamentares vendo a grandeza e gravidade do assunto afirmaram que, debates irão acontecer dentro de seus respectivos órgãos, para o desenvolvimento de projetos e politicas que possam levar cidadania a tribos indígenas isoladas.
Nós da redação lembramos que artigos publicados na internet e revistas impressas fizeram, tempos atrás declarações difamatórias e desqualificativas do trabalho da JOCUM, chegando até mesmo a classificar a presença nas tribos indígenas dos missionários de “nefasta”. E ainda, o absurdo de associar o infanticídio entre os Suruwahá e a missão JOCUM, conhecida e respeitada há décadas no Brasil e internacionalmente por seus esforços voluntários na esfera da evangelização urbana e transcultural. É sabido que a prática em abandonar na floresta, enterrar vivas ou envenenar as crianças nascidas deficientes, gêmeas e mesmo filhas de mães solteiras, faz parte da tradição cultural não só da tribo Suruwahá, mas de várias outras etnias.
A JOCUM esteve entre os índios justamente pra combater essa violação, mas acabou sendo proibida de atuar sob a alegação de interferência cultural indevida. Os mesmos veículos de notícia, tempo após a verdadeira expulsão dos missionários divulgaram tendenciosamente que com a saída da JOCUM (Jovens com Uma Missão), suicídio e mortes haviam cessado. Para quem conhece o trabalho desta missão e o contexto real da atuação da FUNAI na causa indígena, sabe que só pode existir interesses políticos por esse desserviço. Paul Raffaele, ouvido com exclusividade por nossa reportagem declarou que, “os índios gostam e pedem a volta dos missionários, para que ouçam mais sobre o amor de Deus e o evangelho, mas os funcionários da FUNAI, dizem que não, que eles (missionários) devem sair. Paul concluiu perguntando: -” Afinal, quem são os verdadeiros caciques; os índios ou funcionários da FUNAI?
Confira no vídeo abaixo a declaração completa de Raffaele.

Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

FUNAI emite certidões confirmando que na área de Suiá Missu não existiam iíndios


Fonte: Agência da Notícia com Camila Nalevaiko


Um dos maiores erros já cometidos pela Justiça, assim está sendo descrevida pela população do Araguaia e por diversos advogados e produtores que acompanham o processo de desintrusão da área da Suiá Missu, decretada em 1993 pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso do PSDB como Reserva Indigena Marawatsede.
A Reportagem do Agência da Notícia teve acesso a uma especie de dossie sobre a área da Suiá Missu, e foi nesse dossie que encontramos duas certidões emitidas pela FUNAI uma no ano de 1971, e outra no ano de 1974, informado à Diretoria da Fazenda Suiá Missu que dentro da área não existiam índios. A certidão foi emitida pela FUNAI depois de um pedido da Fazenda, somente com essas certidões a fazenda conseguiria fazer um financiamento na área, além disso a área tem o Registro Torrens. (O Registro de Torrens, por sua vez,  é uma forma de registro diferenciada, pois uma vez efetivado, fornece ao proprietário um título com força absoluta vez que contra ele não é admitido prova em contrário. É a única forma de registro que goza dessa presunção absoluta. No Brasil, atualmente, esse registro somente é permitido para imóveis rurais, depois um processo muito rigoroso especificado em lei).
O Produtor Paulo Gonçalves fez um vídeo a pedido do Agência da Notícia, onde conta detalhadamente o caso denominado por ele como a Fraude da Funai. O vídeo foi dividido em duas partes e está a baixo. Confira na íntegra. 
Um dos maiores erros já cometidos pela Justiça, assim está sendo descrevida pela população do Araguaia e por diversos advogados e produtores que acompanham o processo de desintrusão da área da Suiá Missu, decretada em 1993 pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso do PSDB como Reserva Indigena Marawatsede.

A Reportagem do Agência da Notícia teve acesso a uma especie de dossie sobre a área da Suiá Missu, e foi nesse dossie que encontramos duas certidões emitidas pela FUNAI uma no ano de 1971, e outra no ano de 1974, informado à Diretoria da Fazenda Suiá Missu que dentro da área não existiam índios. A certidão foi emitida pela FUNAI depois de um pedido da Fazenda, somente com essas certidões a fazenda conseguiria fazer um financiamento na área, além disso a área tem o Registro Torrens. (O Registro de Torrens, por sua vez,  é uma forma de registro diferenciada, pois uma vez efetivado, fornece ao proprietário um título com força absoluta vez que contra ele não é admitido prova em contrário. É a única forma de registro que goza dessa presunção absoluta. No Brasil, atualmente, esse registro somente é permitido para imóveis rurais, depois um processo muito rigoroso especificado em lei).

 Confira matéria na integra no Link (Aqui)

José Riva diz que disintrusão da Suiá Missu é uma das maiores injustiças já cometida

 Fonte: CenarioMT


O clima de apreensão toma conta dos moradores do município de Alto Boa Vista, em função da desintrusão da área demarcada sobre as terras da antiga Suiá Missu, na localidade do Posto da Mata, entre a cidade e São Félix do Araguaia, distante 1.100 km de Cuiabá.
 
 
O conflito agrário envolvendo a reserva indígena de Marãiwatsede mostra uma injustiça promovida com os cerca de sete mil moradores da região, que construíram sua vida no local e agora, mais de 30 anos depois, não tem para onde ir. Na Assembleia Legislativa, nos esforçamos diariamente para sensibilizar o Governo Federal em revogar o decreto que demarcou os 165 mil hectares da Gleba Suiá Missu como terra indígena Marãiwatsede, na qual foi decidido pelo assentamento dos índios xavantes.
 
 
Em esforço concentrado, os deputados estaduais se debruçaram nessa questão para encontrar uma solução que atenda aos interesses dos posseiros e dos índios: a transferência do povo indígena para outra área mais adequada à etnia Xavante. Essa proposta está amparada por Lei, que autoriza o Governo do Estado a acomodar os índios numa área de 230 mil hectares, no Parque Estadual do Araguaia. Boa parte dos próprios índios aceitaram a proposta, mas nem estes foram ouvidos. Além disso, houve manifestações na tribuna por parte de todos os parlamentares, em conjunto com o Governo do Estado, senadores e deputados federais de Mato Grosso.
 
 
Trabalhamos coesos para impedir esta ação que pra mim é considerada como uma das principais injustiças promovidas no Estado. Porém, após reuniões em Brasília, no próprio Posto da Mata, o que se viu foi a falta de vontade política da presidente Dilma Rousseff (PT), dos ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmanm, da Justiça, Eduardo Cardozo, e da Fundação Nacional do Índio (Funai). Esperamos que o Governo Federal ainda mude de opinião e revogue este decreto, pois é muito triste ver as famílias deixando seus lares onde construíram a sua vida e hoje, estão sem perspectivas de futuro.
 
Neste dia 20 de dezembro, data em que Alto Boa Vista completa mais um ano de emancipação político-administrativa, espero que as autoridades nacionais se sensibilizem com a situação difícil destas inúmeras famílias e diante do espírito de Natal, possam reconhecer o equivoco e devolver a tranquilidade às pessoas que estão sendo forçadas a deixar os seus lares.
Esperança para Alto Boa Vista.

A FARSA COMPROVADA





PARA OS MINISTROS DO SUPREMO: ONG INGLESA REVELA, SEM QUERER, UMA FARSA EM RAPOSA SERRA DO SOL

Lembram-se daquele “conflito” havido numa fazenda em Raposa Serra do Sol, que resultou em alguns índios feridos e na prisão do fazendeiro Paulo César Quartiero? Pois é... À época, acusei as ONGs se incitar os índios — já que foram eles a invadir a fazenda — e de buscar cadáveres para legitimar a sua luta. Tive de ouvir o berreiro de sempre: “Oh, você é contra os povos da floresta, os bons selvagens, o 'çerumano', o escambau a quatro... Eu não. Sou favorável a que os arrozeiros fiquem lá, produzindo comida para o Brasil. Afinal, eles ocupam apenas 0,7% de um pais chamado Raposa Serra do Sol.

Pois é... Aquele conflito tinha toda a cara de ser provocado. Afinal, a filmagem já estava ali, sendo diligentemente feita. Mas, claro, a minha suspeita, como sabem, derivava do fato de que eu, dizem, não gosto de índios e “oprimidos” em geral.]

Então façam o seguinte. Entrem no site da Survival International, uma ONG inglesa que "cuida" de índios — presente em Raposa Serra do Sol — e vejam lá postado o vídeo (endereço aqui), acompanhado de um texto. O título: “Dramatic video shows attack on Indian village” — em português: “Vídeo dramático mostra ataque a uma aldeia indígena”. Mentira. Os índios não estavam em sua aldeia. Mentira ainda mais grotesca: a área onde estão as fazendas de arroz, nas margens da reserva, nunca foram habitadas por índios. Os que chegaram ali buscavam trabalho e comida.

Mas sigamos. Logo no primeiro parágrafo, lê-se: “An extraordinary video released by the Indigenous Council of Roraima (CIR) and Survival International shows the moment hired gunmen attack a Makuxi Indian village in Brazil.” Traduzo para quem não sabe: “Um video extraordinário divulgado pelo Conselho Indígena de Roraima (CIR) e pela Survival Internacional motra o momento em que pistoleiros de alguel atacam uma aldeia macuxi no Brasil”. Já sabemos que não era aldeia. Sabemos também que não são “pistoleiros de aluguel”, mas funcionários da fazenda.

O CIR é aquela entidade que congrega, no papel ao menos, pouco mais de cinco mil dos estimados 17 mil índios que vivem na reserva. Uma de suas fontes de financiamento é a Fundação Ford. Neste momento, representantes seus estão na Europa para divulgar a causa — com o grau de verdade que se vê aqui. Leiam lá: o texto informa serem freqüentes os ataques de “pistoleiros de aluguel” dos fazendeiros de arroz aos índios — o que também é mentira deslavada.


O mais lamentável é que as bobagens publicadas por uma ONG como a Survival são copiadas por alguns idiotas no Brasil e divulgadas como verdades absolutas. Viram, senhores ministros do Supremo? É assim que se formam as causas.

Ah, sim: a ONG informa que foi o próprio CIR que fez o vídeo. Se foi, então concluo que foi o CIR que programou a invasão da fazenda, em busca dos cadáveres. (Reinaldo Azevedo)

Observando:-O texto acima foi garimpado no site do Reynado Azevedo do dia 20 /06/2008. No dia 30/04/2008 postava neste blog artigo em que apontava o seguinte:-
CIR-Conselho Indigenista de Roraimae CMI- Conselho Mundial das Igrejas
Religiosos querem índio brigando

O Conselho Indigenista de Roraima, ligado ao Conselho Mundial das Igrejas, proibiu a entrada de "não-índios" na reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, e declarou "persona non grata" o líder dos arrozeiros, Paulo César Quartiero. Só falta declarar a sua independência, como um arremedo de Kosovo. O conselho também vai divulgar manifesto contra a decisão do Supremo Tribunal Federal de impedir desocupação à força.

Esta nota tirei lá na coluna do Claudio Humberto, aí foi procurar saber o que é esse CIR - Conselho Indigenista de Roraima, e deu pra perceber que existe muito mais alienìgena por lá do que indigena. Veja a lista de parceiros do CIR :-

::Parceiros do CIR::
Alianza Amazonica
Cafod
Cese
Cimi
Coiab
CCPY
Greenpeace
Inst. Socioambiental
Movimondo
Norad
Opan
Oxfam
Pro Indios di Roraima
Pro Regenwald
Rainforest Foundation
Survival International
TNC
Comentário do Verdureiro Eliel, admin do blog
Não é somente em Raposa Serra do Sol que vimos os picaretas do CIMI e Survival International produzirem fraudes e sabotagens. Em Suiá Missu, no Vale do Araguaia, Mato Grosso estes mesmos picaretas sabotaram uma ponte vital da BR 158 para culparem os trabalhadores rurais ali agredidos pelo aparato militar montado por estes canalhas do indigenismo internacional. Os mesmos metodos usados pelos picaretas do CIMI e Survival International estão repetindo em Suiá Missu, no Vale do Araguaia.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Pedro Casaldaliga recebe condecoração por trair trabalhadores rurais de Suiá Missu

17 de dezembro último Dilma Roussef condecorou Tomaz Balduíno, comunista líder da quadrilha conhecida por MST e Pedro Casaldáliga, conhecido defensor dos trabalhadores rurais do Vale do Araguaia. Balduíno foi condecorado pelo incessante trabalho em prol do comunismo e Casaldaliga por ter traído sua história, apoiando a maior operação militar da história deste país contra os trabalhadores rurais de Suiá Missu. A presidente Dilma jamais deixaria de condecorar tal ato. Na verdade Casaldaliga envergonhou todo o Vale do Araguaia com seu procedimento vergonhoso, abandonando aqueles que por decadas ele defendeu. E pior, abandonou na mão do maior aparato militar ja preparado na história deste país contra um grupo de pessoas. Nem a Guerrilha do Araguaia, na decada de 70, viu tamanho movimento de tropas, tudo para massacrar 7000 pequenos agricultores que um dia confiaram em Pedro Casaldáliga.

Parabéns Casaldáliga, voce conseguiu envergonhar toda a região do Araguaia. Jamais esqueceremos que voce abandonou aqueles que por decadas tu falsamente defendeu. Bastou o PT decidir massacrar estes trabalhadores e tu rapidamente fugiu para Brasilia, para que o povo desta região não veja seu rosto corado de vergonha, por trair seu próprio povo.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Governo prestes a reproduzir Raposa Serra do Sol em MT



Sete mil moradores de duas cidades matogrossenses serão obrigados a abandonar as suas terras, em razão de mais um desdobramento da equivocada política indigenista do governo federal. Os dois municípios estão no interior de uma área de 165 mil hectares, que será destinada a compor a terra indígena Maraiwãtsédé, de um a tribo xavante que reclama o território desde 1992. Com a presença da Força Nacional de Segurança, Polícia Federal e promotores de justiça, para assegurar a expulsão dos não-índios, a situação na região está cada vez mais tensa.

Segundo reportagem do Jornal Nacional, exibida em 17 de novembro, os sete mil residentes de Alto Boa Vista e São Félix estão desesperados com o iminente despejo de suas terras, muitos dos quais as ocupam há mais de duas décadas. “Plantamos 50 hectares e não querem deixar a gente colher. Gastamos 90 mil reais, e simplesmente não vão deixar a gente colher”, afirmou a empresária Delcrestiana Moresco, uma das moradoras que já recebeu notificação para abandonar a área em até 30 dias.

Diante da situação, os produtores rurais têm promovido uma série de ações, para tentar sensibilizar as entidades públicas. No início do mês, um grupo formado por mulheres da região em litígio realizou uma manifestação na Praça dos Três Poderes, em Brasília, na tentativa de reverter a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que derrubou a liminar do Tribunal Regional Federal (TRF 1ª Região), que, por sua vez, determinou a suspensão da retirada dos produtores rurais da área em disputa, no Mato Grosso (CIMI, 14/11/2012).

Além dos protestos, os produtores rurais, motivados pela crescente tensão social na região, realizaram uma série de ações violentas, chegando a tombar uma caminhonete da Força Nacional e a incendiar um posto policial desativado. Por outro Lado, os índios também se mostram tensos e fazem ameaças aos produtores locais, que resistirem à demarcação da terra indígena. Em agosto, o cacique xavante Damião Paridzané declarou que “quem não é índio tem que sair fora da área. Os brancos que invadiram essa área sabiam que a área era dos índios (Diário de Cuiabá, 20/11/2012)”.

Em visita à região, para averiguar a situação, o senador Cidinho Santos (PR-MT) acusou o governo federal de agir de forma complacente, juntamente com a Força Nacional, ao permitir que as forças de segurança bloqueiem as rodovias federais de acesso à Gleba Suiá-Missú (parte das terras em disputa, situada no município de Alto Boa Vista), na tentativa de forçar os moradores a assinarem o termo de desocupação. Na ocasião, o parlamentar afirmou: “O que me parece é que temos os índios, que merecem toda a atenção do Governo Federal, e, do outro lado, brancos que mal fazem parte da pátria brasileira, e que, nem mesmo no Brasil do século XXI, tiveram o seu direito de ir e vir cerceados pela força policial (Gazeta Digital, 19/11/2012).”

Histórico do conflito 

Os 168 mil hectares em disputa eram habitados pelos índios xavantes até a década de 1960, quando, então, foram removidos pelo governo militar para outra reserva, a 400 km do local, enquanto as terras foram vendidas, com títulos de propriedade registrados junto às autoridades públicas locais.

Entretanto, desde 1992, os indígenas, incentivados pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e pelo Ministério Público Federal (MPF), têm brigado pela posse da região e pela expulsão de todas as famílias não indígenas que se instalaram na região nas últimas décadas. A Justiça Federal, por sua vez, invalidou todas as escrituras dos imóveis rurais situados na região e determinou a remoção dos não-índios: no dia 6 de dezembro, as primeiras famílias terão que abandonar as suas propriedades.

Em uma tentativa de resolver o contencioso de forma menos traumática, o governo de Mato Grosso ofereceu aos cerca de 900 xavantes uma área de 250 mil hectares, no Parque Estadual do Araguaia, além da promessa de levar asfalto e telefone para a nova área. Entretanto, os indígenas, instigados pelo aparato indigenista, se recusaram a aceitar qualquer permuta e mantiveram os planos originais de desalojar os residentes de Alto Boa Vista e São Félix.

Apesar de o processo principal que determinará a legalidade da demarcação de Marãiwatsédé ainda transitar na Justiça Federal, as remoções estão sendo realizadas com base em uma antecipação de tutela. Para tentar reduzir os impactos sociais de tal decisão, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), sob a supervisão do MPF, está cadastrando famílias “com perfil” para serem incluídas no Programa Nacional de Reforma Agrária – perspectiva, no mínimo, degradante, para quem está sendo obrigado a abandonar terras produtivas e cultivadas há anos. A previsão é de que as famílias sejam reassentadas em quatro outras regiões do estado, dentre as quais o municio de Água Boa, onde há uma área de 12.486 hectares destinada ao reassentamento.

Além dos problemas causados pela violência da remoção dos residentes de terras ocupadas há décadas, com o respaldo da legislação vigente na época da posse, a medida poderá repetir alguns problemas da desastrosa desocupação da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, de onde foram expulsos todos os não índios, inclusive, os produtores de arroz irrigado, que proporcionavam uma das poucas atividades econômicas da área. Com a saída deles, centenas de pessoas, inclusive indígenas, ficaram desempregadas e hoje vivem de atividades de subsistência e esmolas, na periferia de Boa Vista.

Igualmente, não ao poucos os relatos de famílias expulsas de outras áreas, para compor reservas indígenas, que até hoje não receberam as terras prometidas pelo Incra.

Como observou um oportuno editorial do Diário de Cuiabá (12/11/2011): “O que salta aos olhos na questão é que, se por um lado as agências governamentais se mostram bastante preocupadas e zelosas com os índios, o mesmo tratamento não é estendido à população não indígena.”

De fato, como ficou patente no deplorável episódio de Roraima, em nome dos questionáveis “compromissos internacionais” assumidos com o aparato indigenista internacional, o governo brasileiro, uma vez mais, se presta ao papel de desarticular a vida de brasileiros a quem deveria proporcionar os direitos mais elementares da cidadania.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Suiá Missu: Força Tarefa do Governo Federal recebe reforço

Marãiwatsédé: Força Tarefa do Governo Federal recebe reforço
 
Escrito por TV Vale   

Comboio com mais de 30 veículos entre PF, PRF e Exército passa por Água Boa em 19/12 rumo a Suiá Missú, esse é o terceiro comboio enviado pelo governo desde a ordem para a desintrusão da área reconhecida como dos Índios Xavante.
Reportagem: Gilnei Macari / TV Vale - Rede Record /Água Boa -MT




terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Deputado Adalto de Freitas é criticado por CIMI e CPT

Em nota em defesa dos indios Xavantes de Suiá Missu, CPT e CIMI criticam deputado estadual barragarcense por defender os direitos humanos (dos trabalhadores rurais).  Como para estas ongues indigenistas somente indio pode alegar "Direitos Humanos", qualquer um que se levante em defesa do trabalhador rural é reacionário, conservador. "Progressista" para estes picaretas do indigenismo é meter bala em quem trabalha e produz neste país.

São também criticados os deputados José Riva, senadores Julio Campos (DEM) e Cidinho Santos(PR) por apoiarem quem trabalha e produz na gleba Suiá Missu.

Fonte: CPT - CIMI

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Fracassa até o momento limpeza étnica em Suiá Missu


A maior operação militar da história deste país, para fazer uma limpeza étnica em Suiá Missu, fracassa.
 A maior operação militar  já feita neste país para limpar etnicamente região de Suiá Missu fracassa. Segundo informes locais, as familias desalojadas pela limpeza étnica estão voltando aos seus domicilios tão logo os interventores federais saem de suas propriedades.

A limpeza étnica em Suiá Missu é levada a efeito sob o patrocinio das ongues da picaretagem indigenista CIMI e Survival International e da ONU.

Suiá Missu: destruíram o natal de 700 crianças. Pra quê?

A resposta é simples: para agradar aos picaretas do CIMI  e à Survival international (Inglaterra)


700 crianças de Suiá Missu, desalojadas pela maior operação policial já vista na história do Brasil, passarão o natal sob chuva, sol e fome. Elas foram desalojadas para agradar aos picaretas do indigenismo internacional, notadamente as ongs CIMI e Survival International. Mesmo sob ameaça do maior aparato militar da história do Brasil, elas continuam resistindo à desocupação. Até as crianças, que deveriam estar pensando no natal e seus presentes, estarão se preparando para enfrentar a truculencia militar do estado brasileiro. Tudo que está sendo feito contra elas é para agradar à picaretagem indigenista internacional e à ONU.

Produtores da Suiá-Missú ainda esperam reverter decisão no STF

Da Redação

Completa nesta segunda-feira (17), uma semana da desintrusão da Terra Indígena Marãiwatsédé, em Alto Boa Vista, no nordeste de Mato Grosso, onde famílias devem deixar a área ocupada há mais de 20 anos pelos não-índios, conforme decisão judicial. Cerca de 13 propriedades já foram notificadas e desocupadas, conforme a Fundação Nacional do Índio (Funai).

Porém, há informações que as famílias que saíram, estão voltando para as fazendas, pois conforme a Associação dos Produtores Rurais da Área Suiá-Missú (Aprosum), os moradores aguardam que o Supremo Tribunal Federal (STF), reverta à última decisão favorável aos índios Xavantes. 

Na última semana, os protestos que bloqueiam trechos da BR-158 que dá acesso a várias cidades do nordeste provocaram a ira dos caminhoneiros. Alguns reclamam que os manifestantes obstruíram pontes, o que fez com que os próprios caminhoneiros improvisassem com pedaços de paus e pedras. O abastecimento dos municípios também é prejudicado. 

A desocupação segue e deve ocorrer em 4 etapas. Primeiro nas grandes propriedades rurais, depois as de médio porte e depois dos pequenos produtores. Por último, a reintegração de posse ocorrerá no Posto da Mata. 

No primeiro dia da desocupação houve confronto com a Força Nacional e várias pessoas ficaram feridas.

Fonte: http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=414363

Sabotagem em Suiá Missu

Começaram as sabotagens na gleba Suiá Missú. Vimos isto em Raposa Serra do Sol, onde acusaçôes contra os trabalhadores rurais foram extensas, montaram até um cenário de guerra contra um dos empresários que, para defender sua propriedade, foi acusado depois de massacrar indios.

Como diz o ditado, "este filme nós já vimos". Agora foi uma ponte, no futuro certamente os canalhas que querem a desintrusão, a limpeza étnica, certamente produzirão mais sabotagens e montagens e culparão os moradores de Posto da Mata. Mas fiquem firmes, pois quando se enfrenta canalhas, certamente canalhices serão produzidas para culpar os trabalhadores.
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Hino de Resistência e PAZ pela Suiá Missu!!!

As armas estavam nas mãos de policiais brasileiros, mas a estratégia de desintrusão foi tomada nos salôes da ONU, palacios europeus de governo e Casa Branca por canalhas norte americanos, canadenses, ingleses (Principe Charles, dono da ong Survival international), sacerdotes católicos e protestantes do Conselho Mundial de Igrejas e indigenistas brasileiros sem carater