Mudamos a imagem do blog para homenagear este gesto histórico entre uma manifestante e um policial da Policia Militar.

O Judiciário (MPF), as ongs CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e Survival International, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e demais picaretas se uniram para praticarem a picaretagem indigenista. O povo do Vale do Araguaia e os guerreiros do Posto da Mata (Suiá Missu) se uniram para defenderem o Brasil. Um herói, vestido de maneira simples, e desarmado, avança contra vários soldados federais pesadamente armados. Seu heroísmo marcou a ação da picaretagem indigenista: um homem só, trabalhador, enfrentando o maior aparato militar já montado neste país pelos picaretas do judiciário, CIMI, CMI e Survival international. É por este motivo que seu ato é retratado no logo deste site: um homem, só, enfrentando a canalhice indigenista de norte americanos, brasileiros (indigenistas sem carater, vendidos à estratégia das grandes potencias), ingleses, noruegueses, alemâes, canadenses, italianos e etc. Um homem só enfrentando a canalhice deste mundo. Esta é a tônica deste site: um homem só enfrentando o mundo. Esta luta não é para muitos, é para os poucos que não foram contaminados pelo politicamente correto, que não tiveram seus valores relativizados pelo gramscismo que impera em toda a sociedade brasileira.

Você se pergunta porque os povos do mundo estâo em guerra em busca de seus direitos. Povos, raças, grupos de todos os matizes, todos estâo lutando com unhas e dentes por seus direitos. Em 1964 um ministro norte americano, William Branham, chegou a uma conclusâo, na qual o Resistencia Suiá Missu concorda: as cartas em apocalipse (2-3) às Igrejas da Ásia eram proféticas e se referiam a períodos de tempo pelo qual a igreja passaria e segundo o ministro, a ultima carta, a de Laodicéia, representaria esta era moderna na qual vivemos. Até o nome se encaixa na luta dos povos por direitos: Laodicéia - Direito dos Povos. Quando vocês veem o povo nas ruas, manifestando-se, lembre-se - estamos vivendo a ultima era da igreja: Era de Laodiceia, que significa a Era dos Direitos dos Povos

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domingo, 13 de janeiro de 2013

Recordando a história: 27 de Agosto de 2008: O "Dia da Traição" à Pátria

Por Eliel  Santos

 

 

O dia que entrará para a história como o "Dia da Traição" à pátria.

Brasília, 27 de Agosto de 2008.

Reune-se a Corte Suprema de Justiça [STF].






Em pauta, a questão de Raposa/Serra do Sol, um caso emblemático, pois se decidirá o futuro da nação brasileira e o fim da picaretagem indigenista das ONGs CIMI (Conselho Indigenista Missionário), CIR (Conselho Indigena de Roraima) e Survival International - a mais picareta ong indigenista do planeta terra, comandada pelo princípe Charles, em conluio com o CMI (Conselho Mundial de Igrejas , entidade fundada sob influência da Igreja corrupta Anglicana).


Este julgamento em questão é de suma importância ao futuro da nação brasileira, pois uma decisão que descontinue a reserva de Roraima destruirá todo um modelo imposto pelas potências estrangeiras que financiam a picaretagem das ongs citadas acima. A decisão do relator seria histórica.

Mas... Sempre tem um mas...no Brasil. O digno relator da matéria, Carlos Ayres Brito, demonstrara em entrevista uma preocupação com os vazios demográficos que vira na dita reserva, o que deu ensejos a interpretaçôes favoráveis ao fim do modelo vigente nas TIs brasileiras.

27 de Agosto de 2008.

Como disse, é um dia histórico. Mas...não por um motivo salutar, patriotico, em que comemoremos um feito heróico. O que se viu neste dia foi um feito estarrecedor: mesmo o digno relator do caso sabendo da ingerência da ONU no caso, ao enviar o senhor James Anaya, relator especial da ONU para assuntos indígenas ao Brasil; mesmo sabendo que a Ong Picareta inglesa Survival International e sua co-irmâ CIMI terem patrocinado os representantes do CIR em viagem à Europa, pedindo a interferência de países e líderes religiosos na questão, em uma clara demonstração do que são capazes contra a pátria brasileira; mesmo sabendo que em faixa de fronteira são 100 reservas indígenas, onde a picaretagem indigenista insiste em impedir a entrada dos guardiôes da soberania brasileira [forças armadas]; mesmo assim, os picaretas indigenistas saíram vitoriosos. Mesmo o digno relator do STF sabendo das consequências nefastas da etnização dentro de uma nação, ao acompanhar as guerras na Iuguslávia, Sudão, Somália, onde ficou evidente o papel sanguinário desempanhado pelo ódio étnico; mesmo assim os picaretas indigenistas do CIMI, Survival International, CMI(Conselho Mundial de Igrejas) venceram.

27 de Agosto de 2008.

Um dia negro para o Brasil.

O voto do relator do processo a favor da demarcação de forma contínua de Raposa/Serra do Sol foi uma traição à pátria brasileira. Este dia deveria entrar para os anais da história brasileira como o "Dia da Traição". Toda vez, em um futuro próximo, em que houver uma guerra civil de cunho étnico em nossa nação, este dia tem que ser lembrado. Toda vez que "povos" dentro da nação brasileira se levantarem contra seus irmãos, como aconteceu na Ex-Iuguslávia e acontece ainda em toda a África, "27 de agosto de 2008" deve ser lembrado como o dia em que um relator de um processo judicial traiu sua nação, dando  vitória à picaretagem indigenista, à canalhice estratégica das potências européias que financiaram as ongs CIMI, CIR e Survival International.




27 de Agosto de 2008, o Dia da Traição à pátria brasileira


MANIFESTO PELA EXPULSÃO DO CMI, CIMI e SURVIVAL INTERNATIONAL DO BRASIL

MANIFESTO PELA EXPULSÃO

DO CMI, CIMI e SURVIVALINTERNATIONAL DO BRASIL.


Por Eliel Santos


Uma das características da globalização é a profunda interdependência que existe entre as naçôes. Isto serve de pretexto para que algumas naçôes mais hegemônicas influencie governos a aceitarem ingerência de organismos internacionais em assuntos internos de sua nação. E o mais terrível, a ingerência de ONGs, que atuam como se fossem órgãos do próprio estado, mesmo tendo sua sede e seus financiadores em outros países.

A ingerência de organizaçôes não-governamentais em assuntos internos de países periféricos é a melhor jogada dos países hegemônicos. Elas infiltram-se no seio da sociedade, cooptam pessoas ingênuas para suas fileiras, doutrinam as mesmas e, se não bastasse, ainda conseguem infiltrar-se em órgãos oficiais como Ministério do Meio Ambiente, Incra e Funai.

A constante intervenção de ongs na vida doméstica brasileira tem sido o "Calcanhar de Aquiles" do desenvolvimento da nação. Entranhadas profundamente nos governos pós-85, as ongs se tornaram forças paralelas que atuam sem restriçôes jurídicas, militares ou políticas. Um exemplo terrível desta infiltração é o caso das reservas indígenas: com 13% do território reservado para os indígenas, as ongs tornaram-se de um dia para o outro agentes políticos dos mesmos.

Elas se colocam como ponte entre a sociedade brasileira e os indíos, não admitindo qualquer interferência em seu monopolio. Quando qualquer agente estatal atreve-se a interferir no governo das ongs sobre a vida política das comunidades indígenas, logo são advertidos de que recorrerão a organismos internacionais.

O Brasil perdeu o governo sobre 13% de seu território.

Toda vez que alguma instituição do estado brasileiro tenta infiltrar-se na vida política das comunidades indígenas, o governo paralelo das ongs logo movimenta-se para impedir que seu monopólio seja contestado sobre a vida política dos indíos.

Há um governo paralelo das ongs sobre as comunidades indígenas.
Elas pregam constantemente que certas instituiçôes do estado brasileiro não devem adentrar as reservas indígenas para não corromperem os silvícolas lá situados, mas se você observar, estas mesmas ongs entram lá e os politizam a seu bel prazer.

Se você prestar atenção na retórica das lideranças indigenas do Brasil,  observará que elas falam a mesma língua que as ongs picaretas CIMI, CIR e Survival International.

Se o fato da convivência com a sociedade brasileira é interpretado como corrupção da cultura indígena, por quê a politização dos mesmos indios pelas ONGS DA PICARETAGEM INDIGENISTA não é corrupção?

Então, fica mais que evidente que estas entidades indigenistas não estão preocupadas com cultura nenhuma. Politizar as comunidades indígenas é também corromper as mesmas.

FICA AQUI O MEU MANIFESTO PELA EXPULSÃO DAS ONGS PICARETAS CIR, CIMI E SURVIVAL INTERNATIONAL, POR CORROMPEREM AS COMUNIDADES INDÍGENAS BRASILEIRAS.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

UMA VERGONHA NACIONAL




Fonte: BBnews

A Globo noticiou;
"Aos poucos, a comunidade de Posto da Mata, no nordeste de Mato Grosso, desaparece. De algumas casas só sobraram as paredes, em outras construções restou apenas o alicerce". Uma mulher desabafou, “Acabou todo o sonho da gente”.

Enquanto isso acontece no interior de Mato Grosso, em Brasilia José Genoíno (PT-SP) . Réu condenado no processo do mensalão, assumiu o mandato de Deputado Federal.

Duas situações envolvendo o Judiciário Brasileiro, a primeira o cumprimento de uma decisão judicial onde Idosos, Crianças, gravidas e deficientes são brutalmente arrancados de suas residencias e jogados as margens da rodovia BR 158. O Ministério da Educação trabalha fortemente para diminuir o analfabetismo no Brasil enquanto no nordeste de Mato Grosso mais de 700 crianças não sabem onde vão estudar, tudo para cumprir uma decisão do Supremo Federal.

Outra situação envolvendo o Supremo Tribunal e nos assusta é um réu condenado a ser preso  assumiu uma cadeira na Camará Federal. Dois pesos Duas Medidas, fica claro que a Judiciário Brasileiro é parcial, sempre admirei e confiei em nossa justiça, mas o que eu vejo me envergonha, enquanto produtores, trabalhadores rurais, comerciantes, idosos, crianças e deficientes são brutalmentes arrancados de suas residencias ou de suas atividades um politico corrupto condenado a prisão assume uma cadeira na Camara Federal adquirindo a tão injusta imunidade parlamentar. Chegamos ao fundo do poço e me lembro da celebre frase do Grande Rui Barbosa "chegará um tempo em que o homem terá vergonha de ser honesto".

Que Deus conforte o povo do Posto da Mata e nos livra da Justiça Brasileira.

Texto Dimas Melo

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

De desintrusão



Fonte: BBnewsPaís de contradições.

Assim é o Brasil que empossa na Câmara dos Deputados um indivíduo condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 6 anos e 11 meses por corrupção ativa e formação de quadrilha no escândalo do Mensalão. Esse sujeito é o ex-guerrilheiro José Genoíno (PT/SP), que chega ao plenário com a renúncia de um parlamentar.

Assim é o Brasil que estabeleceu esta sexta-feira como limite para que os brasileiros que vivem mansa, ordeira e pacificamente na antiga Fazenda do Papa – agora denominada terra indígena Marãiwatsede – deixem suas casas, lavouras e seu ambiente social, sob pena de serem retirados na ponta das baionetas.

Mato Grosso vive hoje um dia de dor, vergonha, indignação, tristeza, luto e desencanto com o Estado Brasileiro e a classe política mato-grossense.

Dor solidária com os brasileiros expulsos de uma área que pertencia a uma empresa laranja do Vaticano, que a “doou” aos xavantes com se essa decisão unilateral não tivesse implicações sociais no Brasil.

Vergonha por cumprirmos uma lei elaborada, fiscalizada e aplicada por insensíveis cidadãos aqui nascidos.

Indignação pela crueldade ao botar no olho da rua bebês, crianças, idosos, gestantes, mães amamentando, portadores de necessidades especiais, jovens e mulheres e homens na plenitude da vida.

Tristeza pelo que ora acontece aos brasileiros residentes na zona urbana de Estrela do Araguaia e na área rural da antiga da Fazenda do Papa, agora transformados em reserva dos xavantes. Tristeza também pelo que acontecerá amanhã em várias outras regiões mato-grossenses, porque Marãiwatsede é apenas a primeira peça derrubada do dominó que planeja o esfacelamento territorial brasileiro.

Luto pela omissão do governo de Mato Grosso, da bancada federal mato-grossense, da Assembleia Legislativa, da Associação Mato-grossense dos Municípios, das igrejas católicas e evangélicas, da União das Câmaras Municipais, da Federação da Agricultura e Pecuária (Famato) e de tantas outras instituições públicas ou não, que não souberam, não quiseram ou não tiveram coragem para levantar a bandeira do enfrentamento montando barricadas cívicas e exercendo pressão política pela manutenção do status quo na antiga Fazenda do Papa.

Desencanto com o Estado Brasileiro e os políticos mato-grossenses porque eles se completam e desse incesto nascem as decisões hitlerianas iguais a essa que sangra Mato Grosso.

Fazenda do Papa, Fazenda Suiá Missú ou Marãiwatsede. Não importa o nome que se dê àquela região, que breve poderá se transformar numa das partes da grande confederação multiétnica indígena que as potências internacionais planejam criar no coração do Brasil, conforme preceitua a Carta das Nações da ONU, da qual o governo brasileiro (por ordem) de Luiz Inácio Lula da Silva é signatário.

Hoje é a Fazenda do Papa. Jarudore será a próxima vítima – provavelmente ainda neste ano. Enquanto isso as atenções de Mato Grosso estão voltadas ao noticiário que fala com destaque sobre a eleição de João Emanuel (PSD) para presidir a Câmara de Cuiabá, da briguinha por holofotes entre o senador Pedro Taques (PDT) e o deputado Valtenir Pereira (PSB) e outras futilidades.

Os atingidos com a criação de Marãiwatsede na antiga Fazenda do Papa e os demais cidadãos do Vale do Araguaia são vítimas tanto do Estado Brasileiro quanto dos políticos mato-grossense. Quando nada essa gente precisa  lutar pela desintrusão de Mato Grosso em sua região.

Eduardo Gomes de Andrade - Editor da revista e site MTaqui

Mato Grosso sob a mira dos vagabundos do Judiciário e Funai

O Título é meu

MATO GROSSO SOB INTERVENÇÃO FEDERAL O ESTADO É HUMILHADO 
Kalixto Guimarães/Correspondente do Araguaia 

 Enquanto o País vive a ressaca dos festejos de final do ano e Brasília curte o recesso com o Congresso Nacional , STF e demais poderes em férias, o governo terrorista dos petralhas sob o comando da ex-guerrilheira Dilma Vanna Rousseff invadem Mato Grosso, colocando o Estado sob uma brutal intervenção. O envio da força-tarefa composta pelas tropas do Exército Brasileiro, Força Nacional, Policia Federal, Policia Rodoviária Federal, mais um monte de órgãos federais, para uma silenciosa operação de guerra objetivando despejar na marra produtores e moradores da Suiá-Missú e demolir uma cidade inteira, humilha Mato Grosso e fere o Pacto Federativo.

Construída com sangue, suor e lagrimas, Estrela do Araguaia, distrito pertencente aos respectivos municípios de Alto Boa Vista e São Félix do Araguaia, situa-se estrategicamente no cruzamento de duas importantes rodovias federais (Brs-242 e 158). Traçadas ainda nos governos de Getulio e JK, cortam o Brasil de norte a sul e de leste a oeste, constituindo no mais importante corredor de desenvolvimento e de logística do País, alem de atravessar a maior fronteira agropecuária brasileira e do mundo.

Atual palco de um conflito provocado pela criação da fictícia terra indígena xavante denominada de “maraiwatsédé,” uma invencionice da FUNAI, avalizada pelo MPF e pela cúpula governamental petista, Estrela do Araguaia, deve ser bombardeada e varrida do mapa. Soldados do 58° Batalhão de Infantaria Motorizada do Araguaia, mais dezenas de veículos pesados sob o comando do 9° Batalhão de Engenharia e Construções ( 9° BEC), juntos com a policia repressiva da Força Nacional estão apostos e prontos para executarem o tiro de misericórdia na guerra contra os produtores da Suiá-Missu . O desfecho final da insidiosa e desumana batalha travada pelas forças governamentais contra os produtores e moradores de Estrela do Araguaia é dramático e assemelha-se aos piores estado de exceção que os regimes ditatoriais impõem para reprimir a população.

A truculenta operação de “desintrusão” da Suiá-Missú, esta sendo feita a base da pressão psicológica por meio da exibição e do uso das forças militares, da invasão domiciliar, da agressão e supressão da liberdades de imprensa e da livre manifestação, e ainda, do pleno direito de defesa. É um laboratório experimental que serve como teste das futuras e muitas “desintrusões” programadas para acontecer em Mato Grosso e pelo Brasil adentro. A intervenção Federal feita pelo governo petista no Estado de Mato Grosso é arbitrária e imoral sob todos os pontos de vista.

 Juridicamente, Mato Grosso é acusado de emitir títulos de propriedades de terras da União. Institucionalmente, as autoridades mato-grossense; bancada federal de deputados e senadores, Assembléia Legislativa, Casa civil, Advocacia do Estado e o próprio governador do Estado, não foram ouvidos em suas explicações e propostas para evitar tal infortúnio . O Estado inteiro foi desrespeitado. A história de colonização e os esforços dos cidadãos que migraram para Mato Grosso e região da outrora Amazônia Legal, atendendo o chamado nacionalista de construção e integração do País, esta sendo jogada na lata de lixo. O governo petista controlados pela turma do anel de tucum, sedento de vinganças ideológicas e ressentimentos das surras que levaram na guerrilha do Araguaia, agora, dão o seu troco cutucando no traseiro dos produtores e do povo da Suiá-Missu, o espinho afiado e dolorido do tucum.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Supremo Tribunal Federal é racista

Instituição jurídica respeitada até patrocinar limpeza étnica em Raposa Serra do Sol, no norte do país, o STF vem se tornando uma das instituiçôes mais racistas do país. Para estes magistrados, "Homem bom" é só indio, trabalhador e produtor rural é bandido. E tal não ficou somente em tese, mas os critérios racistas do STF se efetivaram em Raposa Serra do Sol e Suiá Missu (Vale do Araguaia), quando os magistrados, juntamente com o governo federal agrediram os trabalhadores e produtores destas regiôes.

Em pleno seculo 21 vemos instituiçôes republicanas patrocinarem limpeza étnica em território brasileiro. Tudo para a gradar aos picaretas do CIMI (Conselho Indigenista Missionário), Survival International e ONU. Enquanto agradam estrangeiros picaretas, brasileiro é tratado à bala e porrete. Não bastava o executivo e o legislativo serem corruptos, os magistrados da Suprema Corte também não querem ficar pra trás.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Bispos do CIMI e CPT precisam de mulher urgentemente

Assim como os bispos da Universal do Reino do Edir Macedo precisam de carater, para deixarem de roubar seus fiéis, os bispos do CPT (Comissão Pastoral da Terra), CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e CNBB precisam de mulher, para ver se diminui um pouco suas inclinaçôes para o banditismo agrário e indigenista.

Enquanto os bispos da Universal roubam até o ultimo centavo dos pobres coitados que caem em seu conto milagroso, os bispos das referidas organizaçôes, por falta do que fazer nas horas vagas, incentivam todo tipo de banditismo e picaretagens no país. O CIMI incentiva tem decadas uma limpeza etnica sem igual nas areas consideradas pelos picaretas da Funai como indigenas. Raposa Serra do Sol e Suiá Missú são emblemáticas, nesta história de violencia étnica contra o povo brasileiro e contra os trabalhadores e produtores rurais. Já o CPT e seus bispos comandam por todo país invasôes de propriedades alheias ao arrepeio do credo cristão de que "não roubarás o próximo". A CNBB e seus bispos que leem Marx mas esquecem de ler a bíblia apoiam toda esta "Babel" confusa de ideologia comunista misturada com pouquíssima religiosidade.

Resumindo: arranjar mulheres e casar estes bispos picaretas do CIMI, CPT e CNBB resolveria metade do problema do Brasil. Imagine a quantidade de bandidos que deixariam o banditismo se os bispos destas organizaçôes arranjassem ocupação sexual com mulher ao contrário de apoiar todo tipo de bandidagem pelo país? Evitaria-se os estupros de crianças (de preferencia menininhos) e o banditismo do MST e da Funai, comandadas por estas organizaçôes pseudo-religiosas.

Já quanto aos bispos da Universal do Edir Macedo não tenho solução a apresentar. Na verdade, quando se chega ao estado de falsidade e roubalheira que chegou os bipos da Universal significa que os tais não tem mais salvação. Crise de carater desta magnitude só Deus para resolver. Os bispos comunistas das organizaçôes CIMI, CPT e CNBB se tivessem atividade sexual saudável com mulher (ao contrário dos menininhos) resolveria metade do banditismo apoiado por estas organizaçôes. Fica a dica.: obrigar estes bispos desocupados a se ocupar com mulher.

Dois artigos provam que judiciário brasileiro é coisa de bandido

Justiça no Brasil é coisa de bandido: bandido anda à solta e trabalhaodres recebem pancada da justiça. Leia as duas noticias à seguir e entenda porque não se deve confiar no judiciario brasileiro.     

 Primeira noticia:

Bicheiro Carlinhos Cachoeira se casa com Andressa (Ed Ferreira/AE)
O bicheiro Carlos Augusto Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, casou-se na noite de sexta-feira (2812) com Andressa Mendonça. O casal optou por uma cerimônia íntima, no condomínio de luxo onde moram, em Goiânia.

Libertado no último dia 11, Cachoeira cumpriu a promessa de se casar com Andressa assim que deixasse a cadeia. Ele foi condenado a mais de 39 anos de prisão por crimes como corrupção ativa e formação de quadrilha. Andressa acabou se envolvendo nos negócios do bicheiro. Ela chegou a pagar fiança de R$ 100 mil após ser acusada pelo juiz federal Alderico da Rocha Santos de tentar chantageá-lo em troca da liberdade de Cachoeira.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2012/12/29/interna_politica,341565/bicheiro-carlinhos-cachoeira-se-casa-com-andressa.shtml




Segunda noticia:

Primeira ordem de despejo é concluída em Suiá Missú e morador monta barraca à beira de rodovia


Escrito por Lucas Bólico e Renê Dióz - enviados especiais a Estrela do Araguaia (Posto da Mata) / Olhar Direto

Foto: José Medeiros / Olhar Direto
Primeira ordem de despejo é concluída em Suiá Missú e morador monta barraca à beira de rodovia
Neste momento Edilson Barbosa de Souza, 46, está alojado sob uma lona à beira da rodovia federal BR 080, num ponto a nordeste no território mato-grossense. Tem chovido forte nos últimos dias. Edilson foi o primeiro morador da área indígena Marãiwatsédé efetivamente despejado em operação comandada pela Força Nacional e Polícia Federal. Sem rumo, o famoso ‘Bigode’, como é conhecido entre os caminhoneiros, juntou tudo o que pôde e atravessou a rodovia, limite do território xavante, para se instalar ao lado de uma árvore.

Esta foi a terceira derrota consecutiva de Bigode em poucos meses. Ele teve a casa completamente incendiada acidentalmente, a caminhonete tombada e agora entra em desespero com a perda de sua terra de apenas um hectare. “Eu não era homem pra viver desse jeito. Eu tinha as coisas que acabou tudo. Eu acho que eu vou é morrer. Não aguento mais essa dor na cabeça, não durmo mais. Vou pegar um litro de pinga e vou beber até morrer. Eu nunca chorei uma pena dessa”.

Para desocupar seu único hectare, Bigode ganhou um prazo de 24h do oficial de justiça responsável por cumprir o despejo junto aos policiais. “Eles falaram que, se eu não saísse, iam me prender”, lembra. “Tenho 24 horas pra tirar minhas coisas e eu vou pra donde? Minhas coisas estão todas ali, eu vou ficar aqui mesmo moço [do outro lado da BR]”, completa já em sua nova moradia. Ele abriu uma clareira na mata, à margem da rodovia e montou seu barraco.]
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  Foto: José Medeiros / Olhar Direto


Antes do incêndio e do despejo, Bigode era comerciante. Possuía um restaurante que servia viajantes na abandonada 080, estrada cujo único destaque é o grande número de buracos. “Olha onde a Dilma [Rousseff] tá me pondo, cês tá vendo? Eu vou viver aqui até quando? Eu não tenho condições de arrumar outro lugar pra ficar”, lamenta.

A maior revolta do comerciante durante a abordagem da polícia e dos oficiais de justiça foi o fato de terem desconfiado que ele fosse traficante de drogas e de, segundo seu relato, terem-no chamado de bandido.

A mesma proporção do desespero e tristeza que se enxerga em Bigode é vista em forma de revolta nos olhos de sua vizinha, Maria Conceição Sales Cassiano, 32 anos, que além de despejada teve sua casa revistada pelos policiais em busca de armas.


  Foto: José Medeiros / Olhar Direto

Eles olharam banheiro, olharam quarto, olharam tudo e perguntaram por que eu não tirei minhas coisas ainda da fazenda e eu disse ‘como é que eu vou tirar minhas coisas da fazenda’”?, narra. A resposta, pelo que ela lembra, foi um sonoro ‘se vira’.

Agora, personagens como esses devem ser os primeiros a integrar a lista de despejados de Suiá Missú dentro dos parâmetros para entrarem no programa da reforma agrária, mas a péssima fama do Incra não leva nenhum dos dois a crer que haverá algum dia compensação em forma de terra por tudo que têm passado.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Jornalista denuncia: Brasil tem o maior escândalo de direitos humanos do mundo

Após produzir documentário ganhador de prêmio na TV, repórter e escritor retorna ao Brasil em defesa da vida dos índios de tribos isoladas.

O jornalista australiano Paul Raffaele presente na audiência pública na Comissão de Direitos Humanos no dia 29 de novembro, na quinta-feira. Ele manifestou repúdio com o que chama de tolerância do governo brasileiro à prática do infanticídio em tribos isoladas.
Paul Raffaele
Por duas semanas o jornalista e escritor premiado esteve no sudoeste da Amazônia gravando documentário para uma TV da Austrália. Conheceu de perto os índios da etnia Suruwahá, uma tribo que a exemplo de outras, também pratica o assassinato de recém-nascidos.
Há 50 anos Raffaele visita tribos isoladas em dezenas de países, mas enfatiza que ainda não havia se deparado com nada parecido com o que encontrou no Brasil. Ele discorda da política da FUNAI – Fundação Nacional de Assistência ao Índio - e do governo brasileiro em manter as tribos indígenas isoladas da civilização. Dessa forma, ele entende que o Brasil concorda e aprova essa, que é uma das piores violações dos direitos humanos do mundo.
Paul também aponta que a FUNAI e governantes negam que exista infanticídio nos dias de hoje; informação que ele contesta com veemência, uma vez que testemunhou esse costume sendo aceito, incentivado e praticado especialmente entre os Suruwahá.
O senador Magno Malta, quem requereu a audiência, apóia o princípio que a cultura é sempre menor que a vida, e que toda defesa à morte é injustificável.
Membros do ministério público, do Conselho Nacional de Justiça e parlamentares vendo a grandeza e gravidade do assunto afirmaram que, debates irão acontecer dentro de seus respectivos órgãos, para o desenvolvimento de projetos e politicas que possam levar cidadania a tribos indígenas isoladas.
Nós da redação lembramos que artigos publicados na internet e revistas impressas fizeram, tempos atrás declarações difamatórias e desqualificativas do trabalho da JOCUM, chegando até mesmo a classificar a presença nas tribos indígenas dos missionários de “nefasta”. E ainda, o absurdo de associar o infanticídio entre os Suruwahá e a missão JOCUM, conhecida e respeitada há décadas no Brasil e internacionalmente por seus esforços voluntários na esfera da evangelização urbana e transcultural. É sabido que a prática em abandonar na floresta, enterrar vivas ou envenenar as crianças nascidas deficientes, gêmeas e mesmo filhas de mães solteiras, faz parte da tradição cultural não só da tribo Suruwahá, mas de várias outras etnias.
A JOCUM esteve entre os índios justamente pra combater essa violação, mas acabou sendo proibida de atuar sob a alegação de interferência cultural indevida. Os mesmos veículos de notícia, tempo após a verdadeira expulsão dos missionários divulgaram tendenciosamente que com a saída da JOCUM (Jovens com Uma Missão), suicídio e mortes haviam cessado. Para quem conhece o trabalho desta missão e o contexto real da atuação da FUNAI na causa indígena, sabe que só pode existir interesses políticos por esse desserviço. Paul Raffaele, ouvido com exclusividade por nossa reportagem declarou que, “os índios gostam e pedem a volta dos missionários, para que ouçam mais sobre o amor de Deus e o evangelho, mas os funcionários da FUNAI, dizem que não, que eles (missionários) devem sair. Paul concluiu perguntando: -” Afinal, quem são os verdadeiros caciques; os índios ou funcionários da FUNAI?
Confira no vídeo abaixo a declaração completa de Raffaele.

Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

FUNAI emite certidões confirmando que na área de Suiá Missu não existiam iíndios


Fonte: Agência da Notícia com Camila Nalevaiko


Um dos maiores erros já cometidos pela Justiça, assim está sendo descrevida pela população do Araguaia e por diversos advogados e produtores que acompanham o processo de desintrusão da área da Suiá Missu, decretada em 1993 pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso do PSDB como Reserva Indigena Marawatsede.
A Reportagem do Agência da Notícia teve acesso a uma especie de dossie sobre a área da Suiá Missu, e foi nesse dossie que encontramos duas certidões emitidas pela FUNAI uma no ano de 1971, e outra no ano de 1974, informado à Diretoria da Fazenda Suiá Missu que dentro da área não existiam índios. A certidão foi emitida pela FUNAI depois de um pedido da Fazenda, somente com essas certidões a fazenda conseguiria fazer um financiamento na área, além disso a área tem o Registro Torrens. (O Registro de Torrens, por sua vez,  é uma forma de registro diferenciada, pois uma vez efetivado, fornece ao proprietário um título com força absoluta vez que contra ele não é admitido prova em contrário. É a única forma de registro que goza dessa presunção absoluta. No Brasil, atualmente, esse registro somente é permitido para imóveis rurais, depois um processo muito rigoroso especificado em lei).
O Produtor Paulo Gonçalves fez um vídeo a pedido do Agência da Notícia, onde conta detalhadamente o caso denominado por ele como a Fraude da Funai. O vídeo foi dividido em duas partes e está a baixo. Confira na íntegra. 
Um dos maiores erros já cometidos pela Justiça, assim está sendo descrevida pela população do Araguaia e por diversos advogados e produtores que acompanham o processo de desintrusão da área da Suiá Missu, decretada em 1993 pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso do PSDB como Reserva Indigena Marawatsede.

A Reportagem do Agência da Notícia teve acesso a uma especie de dossie sobre a área da Suiá Missu, e foi nesse dossie que encontramos duas certidões emitidas pela FUNAI uma no ano de 1971, e outra no ano de 1974, informado à Diretoria da Fazenda Suiá Missu que dentro da área não existiam índios. A certidão foi emitida pela FUNAI depois de um pedido da Fazenda, somente com essas certidões a fazenda conseguiria fazer um financiamento na área, além disso a área tem o Registro Torrens. (O Registro de Torrens, por sua vez,  é uma forma de registro diferenciada, pois uma vez efetivado, fornece ao proprietário um título com força absoluta vez que contra ele não é admitido prova em contrário. É a única forma de registro que goza dessa presunção absoluta. No Brasil, atualmente, esse registro somente é permitido para imóveis rurais, depois um processo muito rigoroso especificado em lei).

 Confira matéria na integra no Link (Aqui)

José Riva diz que disintrusão da Suiá Missu é uma das maiores injustiças já cometida

 Fonte: CenarioMT


O clima de apreensão toma conta dos moradores do município de Alto Boa Vista, em função da desintrusão da área demarcada sobre as terras da antiga Suiá Missu, na localidade do Posto da Mata, entre a cidade e São Félix do Araguaia, distante 1.100 km de Cuiabá.
 
 
O conflito agrário envolvendo a reserva indígena de Marãiwatsede mostra uma injustiça promovida com os cerca de sete mil moradores da região, que construíram sua vida no local e agora, mais de 30 anos depois, não tem para onde ir. Na Assembleia Legislativa, nos esforçamos diariamente para sensibilizar o Governo Federal em revogar o decreto que demarcou os 165 mil hectares da Gleba Suiá Missu como terra indígena Marãiwatsede, na qual foi decidido pelo assentamento dos índios xavantes.
 
 
Em esforço concentrado, os deputados estaduais se debruçaram nessa questão para encontrar uma solução que atenda aos interesses dos posseiros e dos índios: a transferência do povo indígena para outra área mais adequada à etnia Xavante. Essa proposta está amparada por Lei, que autoriza o Governo do Estado a acomodar os índios numa área de 230 mil hectares, no Parque Estadual do Araguaia. Boa parte dos próprios índios aceitaram a proposta, mas nem estes foram ouvidos. Além disso, houve manifestações na tribuna por parte de todos os parlamentares, em conjunto com o Governo do Estado, senadores e deputados federais de Mato Grosso.
 
 
Trabalhamos coesos para impedir esta ação que pra mim é considerada como uma das principais injustiças promovidas no Estado. Porém, após reuniões em Brasília, no próprio Posto da Mata, o que se viu foi a falta de vontade política da presidente Dilma Rousseff (PT), dos ministros da Casa Civil, Gleisi Hoffmanm, da Justiça, Eduardo Cardozo, e da Fundação Nacional do Índio (Funai). Esperamos que o Governo Federal ainda mude de opinião e revogue este decreto, pois é muito triste ver as famílias deixando seus lares onde construíram a sua vida e hoje, estão sem perspectivas de futuro.
 
Neste dia 20 de dezembro, data em que Alto Boa Vista completa mais um ano de emancipação político-administrativa, espero que as autoridades nacionais se sensibilizem com a situação difícil destas inúmeras famílias e diante do espírito de Natal, possam reconhecer o equivoco e devolver a tranquilidade às pessoas que estão sendo forçadas a deixar os seus lares.
Esperança para Alto Boa Vista.

A FARSA COMPROVADA





PARA OS MINISTROS DO SUPREMO: ONG INGLESA REVELA, SEM QUERER, UMA FARSA EM RAPOSA SERRA DO SOL

Lembram-se daquele “conflito” havido numa fazenda em Raposa Serra do Sol, que resultou em alguns índios feridos e na prisão do fazendeiro Paulo César Quartiero? Pois é... À época, acusei as ONGs se incitar os índios — já que foram eles a invadir a fazenda — e de buscar cadáveres para legitimar a sua luta. Tive de ouvir o berreiro de sempre: “Oh, você é contra os povos da floresta, os bons selvagens, o 'çerumano', o escambau a quatro... Eu não. Sou favorável a que os arrozeiros fiquem lá, produzindo comida para o Brasil. Afinal, eles ocupam apenas 0,7% de um pais chamado Raposa Serra do Sol.

Pois é... Aquele conflito tinha toda a cara de ser provocado. Afinal, a filmagem já estava ali, sendo diligentemente feita. Mas, claro, a minha suspeita, como sabem, derivava do fato de que eu, dizem, não gosto de índios e “oprimidos” em geral.]

Então façam o seguinte. Entrem no site da Survival International, uma ONG inglesa que "cuida" de índios — presente em Raposa Serra do Sol — e vejam lá postado o vídeo (endereço aqui), acompanhado de um texto. O título: “Dramatic video shows attack on Indian village” — em português: “Vídeo dramático mostra ataque a uma aldeia indígena”. Mentira. Os índios não estavam em sua aldeia. Mentira ainda mais grotesca: a área onde estão as fazendas de arroz, nas margens da reserva, nunca foram habitadas por índios. Os que chegaram ali buscavam trabalho e comida.

Mas sigamos. Logo no primeiro parágrafo, lê-se: “An extraordinary video released by the Indigenous Council of Roraima (CIR) and Survival International shows the moment hired gunmen attack a Makuxi Indian village in Brazil.” Traduzo para quem não sabe: “Um video extraordinário divulgado pelo Conselho Indígena de Roraima (CIR) e pela Survival Internacional motra o momento em que pistoleiros de alguel atacam uma aldeia macuxi no Brasil”. Já sabemos que não era aldeia. Sabemos também que não são “pistoleiros de aluguel”, mas funcionários da fazenda.

O CIR é aquela entidade que congrega, no papel ao menos, pouco mais de cinco mil dos estimados 17 mil índios que vivem na reserva. Uma de suas fontes de financiamento é a Fundação Ford. Neste momento, representantes seus estão na Europa para divulgar a causa — com o grau de verdade que se vê aqui. Leiam lá: o texto informa serem freqüentes os ataques de “pistoleiros de aluguel” dos fazendeiros de arroz aos índios — o que também é mentira deslavada.


O mais lamentável é que as bobagens publicadas por uma ONG como a Survival são copiadas por alguns idiotas no Brasil e divulgadas como verdades absolutas. Viram, senhores ministros do Supremo? É assim que se formam as causas.

Ah, sim: a ONG informa que foi o próprio CIR que fez o vídeo. Se foi, então concluo que foi o CIR que programou a invasão da fazenda, em busca dos cadáveres. (Reinaldo Azevedo)

Observando:-O texto acima foi garimpado no site do Reynado Azevedo do dia 20 /06/2008. No dia 30/04/2008 postava neste blog artigo em que apontava o seguinte:-
CIR-Conselho Indigenista de Roraimae CMI- Conselho Mundial das Igrejas
Religiosos querem índio brigando

O Conselho Indigenista de Roraima, ligado ao Conselho Mundial das Igrejas, proibiu a entrada de "não-índios" na reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, e declarou "persona non grata" o líder dos arrozeiros, Paulo César Quartiero. Só falta declarar a sua independência, como um arremedo de Kosovo. O conselho também vai divulgar manifesto contra a decisão do Supremo Tribunal Federal de impedir desocupação à força.

Esta nota tirei lá na coluna do Claudio Humberto, aí foi procurar saber o que é esse CIR - Conselho Indigenista de Roraima, e deu pra perceber que existe muito mais alienìgena por lá do que indigena. Veja a lista de parceiros do CIR :-

::Parceiros do CIR::
Alianza Amazonica
Cafod
Cese
Cimi
Coiab
CCPY
Greenpeace
Inst. Socioambiental
Movimondo
Norad
Opan
Oxfam
Pro Indios di Roraima
Pro Regenwald
Rainforest Foundation
Survival International
TNC
Comentário do Verdureiro Eliel, admin do blog
Não é somente em Raposa Serra do Sol que vimos os picaretas do CIMI e Survival International produzirem fraudes e sabotagens. Em Suiá Missu, no Vale do Araguaia, Mato Grosso estes mesmos picaretas sabotaram uma ponte vital da BR 158 para culparem os trabalhadores rurais ali agredidos pelo aparato militar montado por estes canalhas do indigenismo internacional. Os mesmos metodos usados pelos picaretas do CIMI e Survival International estão repetindo em Suiá Missu, no Vale do Araguaia.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Pedro Casaldaliga recebe condecoração por trair trabalhadores rurais de Suiá Missu

17 de dezembro último Dilma Roussef condecorou Tomaz Balduíno, comunista líder da quadrilha conhecida por MST e Pedro Casaldáliga, conhecido defensor dos trabalhadores rurais do Vale do Araguaia. Balduíno foi condecorado pelo incessante trabalho em prol do comunismo e Casaldaliga por ter traído sua história, apoiando a maior operação militar da história deste país contra os trabalhadores rurais de Suiá Missu. A presidente Dilma jamais deixaria de condecorar tal ato. Na verdade Casaldaliga envergonhou todo o Vale do Araguaia com seu procedimento vergonhoso, abandonando aqueles que por decadas ele defendeu. E pior, abandonou na mão do maior aparato militar ja preparado na história deste país contra um grupo de pessoas. Nem a Guerrilha do Araguaia, na decada de 70, viu tamanho movimento de tropas, tudo para massacrar 7000 pequenos agricultores que um dia confiaram em Pedro Casaldáliga.

Parabéns Casaldáliga, voce conseguiu envergonhar toda a região do Araguaia. Jamais esqueceremos que voce abandonou aqueles que por decadas tu falsamente defendeu. Bastou o PT decidir massacrar estes trabalhadores e tu rapidamente fugiu para Brasilia, para que o povo desta região não veja seu rosto corado de vergonha, por trair seu próprio povo.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Suiá Missu: Força Tarefa do Governo Federal recebe reforço

Marãiwatsédé: Força Tarefa do Governo Federal recebe reforço
 
Escrito por TV Vale   

Comboio com mais de 30 veículos entre PF, PRF e Exército passa por Água Boa em 19/12 rumo a Suiá Missú, esse é o terceiro comboio enviado pelo governo desde a ordem para a desintrusão da área reconhecida como dos Índios Xavante.
Reportagem: Gilnei Macari / TV Vale - Rede Record /Água Boa -MT




terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Deputado Adalto de Freitas é criticado por CIMI e CPT

Em nota em defesa dos indios Xavantes de Suiá Missu, CPT e CIMI criticam deputado estadual barragarcense por defender os direitos humanos (dos trabalhadores rurais).  Como para estas ongues indigenistas somente indio pode alegar "Direitos Humanos", qualquer um que se levante em defesa do trabalhador rural é reacionário, conservador. "Progressista" para estes picaretas do indigenismo é meter bala em quem trabalha e produz neste país.

São também criticados os deputados José Riva, senadores Julio Campos (DEM) e Cidinho Santos(PR) por apoiarem quem trabalha e produz na gleba Suiá Missu.

Fonte: CPT - CIMI

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Fracassa até o momento limpeza étnica em Suiá Missu


A maior operação militar da história deste país, para fazer uma limpeza étnica em Suiá Missu, fracassa.
 A maior operação militar  já feita neste país para limpar etnicamente região de Suiá Missu fracassa. Segundo informes locais, as familias desalojadas pela limpeza étnica estão voltando aos seus domicilios tão logo os interventores federais saem de suas propriedades.

A limpeza étnica em Suiá Missu é levada a efeito sob o patrocinio das ongues da picaretagem indigenista CIMI e Survival International e da ONU.

Suiá Missu: destruíram o natal de 700 crianças. Pra quê?

A resposta é simples: para agradar aos picaretas do CIMI  e à Survival international (Inglaterra)


700 crianças de Suiá Missu, desalojadas pela maior operação policial já vista na história do Brasil, passarão o natal sob chuva, sol e fome. Elas foram desalojadas para agradar aos picaretas do indigenismo internacional, notadamente as ongs CIMI e Survival International. Mesmo sob ameaça do maior aparato militar da história do Brasil, elas continuam resistindo à desocupação. Até as crianças, que deveriam estar pensando no natal e seus presentes, estarão se preparando para enfrentar a truculencia militar do estado brasileiro. Tudo que está sendo feito contra elas é para agradar à picaretagem indigenista internacional e à ONU.

Produtores da Suiá-Missú ainda esperam reverter decisão no STF

Da Redação

Completa nesta segunda-feira (17), uma semana da desintrusão da Terra Indígena Marãiwatsédé, em Alto Boa Vista, no nordeste de Mato Grosso, onde famílias devem deixar a área ocupada há mais de 20 anos pelos não-índios, conforme decisão judicial. Cerca de 13 propriedades já foram notificadas e desocupadas, conforme a Fundação Nacional do Índio (Funai).

Porém, há informações que as famílias que saíram, estão voltando para as fazendas, pois conforme a Associação dos Produtores Rurais da Área Suiá-Missú (Aprosum), os moradores aguardam que o Supremo Tribunal Federal (STF), reverta à última decisão favorável aos índios Xavantes. 

Na última semana, os protestos que bloqueiam trechos da BR-158 que dá acesso a várias cidades do nordeste provocaram a ira dos caminhoneiros. Alguns reclamam que os manifestantes obstruíram pontes, o que fez com que os próprios caminhoneiros improvisassem com pedaços de paus e pedras. O abastecimento dos municípios também é prejudicado. 

A desocupação segue e deve ocorrer em 4 etapas. Primeiro nas grandes propriedades rurais, depois as de médio porte e depois dos pequenos produtores. Por último, a reintegração de posse ocorrerá no Posto da Mata. 

No primeiro dia da desocupação houve confronto com a Força Nacional e várias pessoas ficaram feridas.

Fonte: http://www.odocumento.com.br/materia.php?id=414363

Sabotagem em Suiá Missu

Começaram as sabotagens na gleba Suiá Missú. Vimos isto em Raposa Serra do Sol, onde acusaçôes contra os trabalhadores rurais foram extensas, montaram até um cenário de guerra contra um dos empresários que, para defender sua propriedade, foi acusado depois de massacrar indios.

Como diz o ditado, "este filme nós já vimos". Agora foi uma ponte, no futuro certamente os canalhas que querem a desintrusão, a limpeza étnica, certamente produzirão mais sabotagens e montagens e culparão os moradores de Posto da Mata. Mas fiquem firmes, pois quando se enfrenta canalhas, certamente canalhices serão produzidas para culpar os trabalhadores.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Idoso que tentou tomar arma de policial dispensa pecha de herói

Da Reportagem local - Lucas Bólico e Renê Dióz - enviados especiais a Estrela do Araguaia (Posto da Mata)

A imagem do idoso que tentou tirar a arma de um agente da Força Nacional rodou o país. O homem que encarou as balas de borracha de peito aberto durante a desintrusão de não-índios em Suiá Missú, na região nordeste de Mato Grosso, tem 62 anos de idade e dispensa o título de herói que ganhou no local.

“Foi mais desespero do que valentia”, admite Aparecido Oliveira da Silva, 62 anos, mais conhecido na região como Prego. Homem humilde do interior paulista, o trabalhador declara que tomou uma intempestiva atitude para garantir o futuro de seus netos. A única coisa que tem para deixar de herança é a pequena propriedade que usa para arrendar gado.

“Eu tô aqui desde quando começou isso aqui, a existência que tem isso aqui tem eu também, lá por 1998, ou mais cedo ainda”, relembra sobre sua chegada na região disputada. A briga, no entanto, não foi para defender a sua área, mas a Fazenda do Alemão, a maior e com melhor estrutura na região.


Foto: José Medeiros / Olhar Direto


“Hoje vêm acusando os fazendeiros, mas eles é que zelam por essa população, dão emprego pra todo mundo. Todo mundo que é fraco trabalha com eles”, argumenta. Do embate, Prego levou três tiros de armamento não-letal, um corte na mão e chutes na cabeça.

“Eu penso muito na minha dignidade. Os netos deles [policiais] vão passar um natal gordo. E os meus, vão passar mendigando?”, questiona.

Na hora da briga, Prego conta que agiu meramente por instinto ao investir contra o agente da Força Nacional. “Eu quis só me defender porque eu tava com aqueles três soldados muito em riba de mim. Cortou minha mão toda, olha aí. Ele deu uma espetada na minha barriga e eu quis me defender, só isso”, explica.

“Na hora que o fuzil tava apontado ni mim, eu peguei pra tomar o fuzil dele, mas eu num dei conta. Quem é um velhinho pra lutar contra um soldado daquele?”. Além da dignidade, o que está em jogo para Prego são os 65 alqueires que divide com dois irmão e o prejuízo que terá com seu despejo.

“Meu é 150 gado, mas não é meu não, é pegado no arrendo. Tá com um ano que eu to zelando esse gado, começou algumas a parir ai eu não arrumo pasto. O dono do gado não pega. Quem pega um gado numa situação dessas? Não pega, aí o que vai fazer? Vai confiscar o gado, eu vou perder meu tempo de serviço e eu ainda vou ter que trabalhar pra pagar o gado do homem. É país isso? É país não”.


Foto: José Medeiros / Olhar Direto


Pronto pra outra

Apesar dos hematomas, o ‘herói’ do Posto da Mata afirma que está pronto para uma nova briga. Ele inclusive participou da ‘caçada’ empreendida pelos homens da região durante a última quarta-feira, quando saíram em comboio atrás dos agentes policiais que cumpriam a ordem de despejo em fazendas na rodovia federal BR-080. Só que, desta vez, não houve sequer contato com a polícia e a coragem de Prego não foi necessária. De qualquer maneira, ele não descarta entrar em ação.

“Vou talvez com mais força. Não acho que todo mundo devia ter agido como eu, porque se fosse todo mundo eles matariam nós, por que eles agiram de muito mal ver. O ataque partiu deles não foi de nós não. Teve uma pessoa lá que jogou uma pedra numa viatura mas o que é uma viatura perto do dinheiro que eles estão gastando para massacrar nós aqui?”.
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Hino de Resistência e PAZ pela Suiá Missu!!!

As armas estavam nas mãos de policiais brasileiros, mas a estratégia de desintrusão foi tomada nos salôes da ONU, palacios europeus de governo e Casa Branca por canalhas norte americanos, canadenses, ingleses (Principe Charles, dono da ong Survival international), sacerdotes católicos e protestantes do Conselho Mundial de Igrejas e indigenistas brasileiros sem carater