Mudamos a imagem do blog para homenagear este gesto histórico entre uma manifestante e um policial da Policia Militar.

O Judiciário (MPF), as ongs CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e Survival International, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e demais picaretas se uniram para praticarem a picaretagem indigenista. O povo do Vale do Araguaia e os guerreiros do Posto da Mata (Suiá Missu) se uniram para defenderem o Brasil. Um herói, vestido de maneira simples, e desarmado, avança contra vários soldados federais pesadamente armados. Seu heroísmo marcou a ação da picaretagem indigenista: um homem só, trabalhador, enfrentando o maior aparato militar já montado neste país pelos picaretas do judiciário, CIMI, CMI e Survival international. É por este motivo que seu ato é retratado no logo deste site: um homem, só, enfrentando a canalhice indigenista de norte americanos, brasileiros (indigenistas sem carater, vendidos à estratégia das grandes potencias), ingleses, noruegueses, alemâes, canadenses, italianos e etc. Um homem só enfrentando a canalhice deste mundo. Esta é a tônica deste site: um homem só enfrentando o mundo. Esta luta não é para muitos, é para os poucos que não foram contaminados pelo politicamente correto, que não tiveram seus valores relativizados pelo gramscismo que impera em toda a sociedade brasileira.

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Você se pergunta porque os povos do mundo estâo em guerra em busca de seus direitos. Povos, raças, grupos de todos os matizes, todos estâo lutando com unhas e dentes por seus direitos. Em 1964 um ministro norte americano, William Branham, chegou a uma conclusâo, na qual o Resistencia Suiá Missu concorda: as cartas em apocalipse (2-3) às Igrejas da Ásia eram proféticas e se referiam a períodos de tempo pelo qual a igreja passaria e segundo o ministro, a ultima carta, a de Laodicéia, representaria esta era moderna na qual vivemos. Até o nome se encaixa na luta dos povos por direitos: Laodicéia - Direito dos Povos. Quando vocês veem o povo nas ruas, manifestando-se, lembre-se - estamos vivendo a ultima era da igreja: Era de Laodiceia, que significa a Era dos Direitos dos Povos

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Resistencia Suiá Missú

terça-feira, 14 de maio de 2013

Instalada Comissão que investigará demarcações de Terras Indígenas

A Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia (CINDRA) instalou nesta terça-feira (14) a subcomissão especial de Demarcações de Terras Indígenas, que será presidida pelo deputado Nilson Leitão (PSDB-MT). Logo na primeira reunião de trabalho, o colegiado deliberou no sentido de buscar informações por meio de requerimentos encaminhados ao Ministério da Justiça e à Funai. Leitão explica que o objetivo é levantar dados precisos sobre quantas áreas foram demarcadas desde a promulgação da Constituição de 1988 e quantas estão em processo de demarcação.

Leitão acrescenta que a subcomissão de Demarcações de Terras Indígenas também levantará informações sobre o mapa do minério das áreas demarcadas junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Segundo o parlamentar, há indícios de que a preferência na demarcação é por terras ricas em minério.

Comissão ouvira Ministro da Justiça

Já o presidente da CINDRA, deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), antecipou que o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, garantiu presença no próximo dia 4 de junho na audiência pública que a Comissão de Integração realizará para debater mudanças nas atribuições da Funai. Um decreto do governo deve alterar os procedimentos de demarcação, tarefa que será dividida com outros órgãos, como Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério das Cidades e Embrapa.

Na oportunidade, Jerônimo vai propor ao ministro da Justiça a criação de uma espécie de ‘Comissão da Verdade’ das demarcações. “Assim como o Brasil está revisando os atos que foram praticados durante a Ditadura, nós precisamos rever sim esses processos. Diante de tudo o que os ministros acabaram falando com relação às ilegalidades cometidas pelas homologações, não podemos deixar que eventuais injustiças durar para sempre”, argumentou o parlamentar.

A subcomissão decidiu visitar no dia 20 de junho os municípios de Mato Castelhano e Getúlio Vargas, no Rio Grande do Sul, região que vive um clima de tensão pela possibilidade de demarcação de duas terras indígenas. Também está previsto um grande seminário com a presença de juristas e técnicos para debater a constitucionalidade dos processos em curso. A principal crítica é sobre o avanço sem critérios da Funai sobre terras produtivas, cujos proprietários detêm títulos seculares de posse. Também há denúncias de irregularidades na concessão de laudos antropológicos.

A subcomissão especial de Demarcações Indígenas é composta pelos seguintes deputados: Zequinha Marinho (PSC-PA), Carlos Magno (PP-RO), Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR), Jerônimo Goergen (PP-RS), Asdrúbal Bentes (PMDB-PA), Marcio Junqueira (DEM-RR), Janete Capiberibe (PSB-AP) e Nilson Leitão (PSDB-MT).

Uma pergunta fica no ar: Por que diabos a Comissão não vai ao Mato Grosso ver a desgraça social em que o Governo largou os produtores rurais expulsos da Suiá-Missu?


Fonte: Questão Indigena
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Hino de Resistência e PAZ pela Suiá Missu!!!

As armas estavam nas mãos de policiais brasileiros, mas a estratégia de desintrusão foi tomada nos salôes da ONU, palacios europeus de governo e Casa Branca por canalhas norte americanos, canadenses, ingleses (Principe Charles, dono da ong Survival international), sacerdotes católicos e protestantes do Conselho Mundial de Igrejas e indigenistas brasileiros sem carater