Mudamos a imagem do blog para homenagear este gesto histórico entre uma manifestante e um policial da Policia Militar.

O Judiciário (MPF), as ongs CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e Survival International, o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) e demais picaretas se uniram para praticarem a picaretagem indigenista. O povo do Vale do Araguaia e os guerreiros do Posto da Mata (Suiá Missu) se uniram para defenderem o Brasil. Um herói, vestido de maneira simples, e desarmado, avança contra vários soldados federais pesadamente armados. Seu heroísmo marcou a ação da picaretagem indigenista: um homem só, trabalhador, enfrentando o maior aparato militar já montado neste país pelos picaretas do judiciário, CIMI, CMI e Survival international. É por este motivo que seu ato é retratado no logo deste site: um homem, só, enfrentando a canalhice indigenista de norte americanos, brasileiros (indigenistas sem carater, vendidos à estratégia das grandes potencias), ingleses, noruegueses, alemâes, canadenses, italianos e etc. Um homem só enfrentando a canalhice deste mundo. Esta é a tônica deste site: um homem só enfrentando o mundo. Esta luta não é para muitos, é para os poucos que não foram contaminados pelo politicamente correto, que não tiveram seus valores relativizados pelo gramscismo que impera em toda a sociedade brasileira.

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Você se pergunta porque os povos do mundo estâo em guerra em busca de seus direitos. Povos, raças, grupos de todos os matizes, todos estâo lutando com unhas e dentes por seus direitos. Em 1964 um ministro norte americano, William Branham, chegou a uma conclusâo, na qual o Resistencia Suiá Missu concorda: as cartas em apocalipse (2-3) às Igrejas da Ásia eram proféticas e se referiam a períodos de tempo pelo qual a igreja passaria e segundo o ministro, a ultima carta, a de Laodicéia, representaria esta era moderna na qual vivemos. Até o nome se encaixa na luta dos povos por direitos: Laodicéia - Direito dos Povos. Quando vocês veem o povo nas ruas, manifestando-se, lembre-se - estamos vivendo a ultima era da igreja: Era de Laodiceia, que significa a Era dos Direitos dos Povos

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Resistencia Suiá Missú

quarta-feira, 29 de maio de 2013

DA REDAÇÃO: Famílias retiradas da Suiá-Missú vivem acampadas na BR 158

Suiá-Missú: Produtores retirados da gleba estão acampados na BR 158 há 90 dias. Cerca de 182 famílias estão debaixo de lonas, dentre eles, pequenos e médios produtores de soja, leite, frutas e pecuaristas. Agricultores recebem doações da prefeitura e da população local para sobreviver. Algumas casas tomadas pelos índios já foram demolidas pela Funai.


Os produtores retirados da gleba Suiá-Missú (MT) estão acampados na BR 158 há 90 dias. Ao todo, 182 famílias estão debaixo de lonas, dentre eles, pequenos e médios produtores de soja, leite, frutas e pecuaristas. A desocupação dos 165 mil hectares que compõem a área teve início em dezembro de 2012, e mais de 7000 famílias deixaram a localidade.

Os agricultores estão recebendo doações da população local para sobreviver, conforme relata o produtor rural expulso da área, Sebastião Prado. “Esse é um povo sem esperança, sem futuro, sem dignidade, sem justiça, não acreditamos que aconteceria isso, é um crime hediondo”, afirma.

Além disso, o produtor sinaliza que a Funai teria contratado uma patrulha para demolir todas as construções que havia na gleba. “Estão desmanchando tudo e enterrando para que ninguém que passe pelo local fique indignado. Não sabemos para quem gritar ou pedir socorro”, relata Prado. Entre as edificações destruídas pela entidade estão duas escolas, e com a situação mais de 1.200 alunos estão sem aulas.

Frente a esse cenário, o agricultor destaca que os produtores rurais de todo o país devem unir forças para evitar que a situação se repita em outras regiões, como é o caso de Sidrolândia (MS). “Eu tinha uma vida estável, e hoje e não posso ter casa, emprego, carro, e ainda saímos de lá marginalizados. Esperamos que a justiça seja feita”, finaliza Prado.

Confira abaixo imagens do acampamento em Posto da Mata, Suiá Missu BR 158
Acamp. em Posto da Mata, Suiá Missu
Acamp. em Posto da Mata, Suiá Missu
Acamp. em Posto da Mata, Suiá Missu
Acamp. em Posto da Mata, Suiá Missu
Fonte: Notícias Agrícolas // João Batista Olivi/
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Hino de Resistência e PAZ pela Suiá Missu!!!

As armas estavam nas mãos de policiais brasileiros, mas a estratégia de desintrusão foi tomada nos salôes da ONU, palacios europeus de governo e Casa Branca por canalhas norte americanos, canadenses, ingleses (Principe Charles, dono da ong Survival international), sacerdotes católicos e protestantes do Conselho Mundial de Igrejas e indigenistas brasileiros sem carater